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“Como anular meu voto?” é a pesquisa mais feita na internet

“Como anular meu voto?” é a pesquisa mais feita na internet

“Como anular meu voto?”, perguntam os brasileiros ao Google. Desde a última semana, essa dúvida tem sido a mais digitada no buscador, segundo dados do Google Trends. Em um pleito dominado por debates intermináveis sobre temas relevantes - e outros nem tanto - para o futuro do país, muita gente parece decidida a não apoiar nenhum dos candidatos disponíveis.

 

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Somente nos últimos 12 meses (comparando agosto de 2017 com agosto deste ano), 220 mil veículos passaram a fazer parte da frota estadual. Entretanto, não é só de veículos novos que vive o trânsito do estado. Aliás, é justamente o contrário. É que 62,5% da frota corresponde a veículos fabricados antes de 2009, o que coloca o Paraná como o segundo estado com mais veículos “envelhecidos” (10 anos ou mais de fabricação), atrás apenas do Rio Grande do Sul (com 64,2%) e bem acima da média nacional, de 56%.

Ainda de acordo com o Denatran, a maior parte da frota paranaense é composta por veículos que possuem mais de 16 anos de idade – são 2,87 milhões de unidades fabricadas antes de 2002, o equivalente a 38,4% da frota.

Na esteira da reforma tributária, um projeto em tramitação no Senado que acaba com a impunidade criminal de sonegadores de impostos que quitam seus débitos deve ganhar força no Congresso.

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Calcula-se que o Brasil perde por ano cerca de R$ 480 bilhões de arrecadação em decorrência de sonegação fiscal. E o País integra o grupo dos mais benevolentes com os sonegadores, ao lado de Colômbia, Malásia, Panamá, Portugal, República Checa e Cingapura, revela estudo da Fundação Getúlio Vargas realizado pelo coordenador de Fiscalização da Receita Federal, Flávio Campos.

 

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues, afirmou nesta segunda-feira (17), estar em estudo pela pasta uma proposta para tornar obrigatória a vacinação das crianças pelo País. Entre os mecanismos avaliados está o de editar uma norma conjunta com o Ministério da Educação para transformar a carteira de imunização em pré-requisito da matrícula escolar. Pela regra geral, há apenas uma recomendação de que o certificado seja apresentado.

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