Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Reitoria da UENP expulsa aluna que ocupava vaga destinada a povos indígenas

Jovem afastada de suas funções acadêmicas cursava Administração no Campos De Cornélio Procópio.

Uma aluna da Universidade do Norte do Paraná (UENP) foi expulsa da instituição após um processo administrativo disciplinar concluir que havia irregularidades na forma como a matricula foi realizada. A jovem não se encaixava na categoria na qual se autodeclarou no ato do vestibular.

Conforme apontam as informações apuradas pelo portal G1 de notícias do Paraná, o caso aconteceu no campus de Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro. A estudante de 22 anos ingressou no curso de Administração por meio do vestibular exclusivo para povos indígenas se autodeclarando como tal. Porém, no processo administrativo na qual a reportagem que o G1 teve acesso, a jovem cita que começou a estudar na UENP em 11 de julho de 2022.

Continua após a publicidade

Quase duas semanas após o inicio das aulas, como diz o documento, três caciques da Terra Indígena de São Jerônimo da Serra, onde a aluna mora denunciaram ao Ministério Publico (MPF) que a moça havia sido aprovada no vestibular de maneira ilícita e estava ocupando uma vaga que por lei não era destinada a ela.

Em justificativa a classificação indevida, a mulher argumenta que se considera indígena pelo simples fato de ser casada com um e residir em uma aldeia. A universidade ainda não pronunciou oficialmente sobre o caso.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Ladrão furta carro e leva tiros na mão para não roubar mais
16/02/2023
Próxima Notícia
Instituto Água e Terra inicia série de palestras sobre o Cadastro Ambiental Rural
16/02/2023