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Com 58% dos válidos, Bolsonaro pode ser mais votado que Lula em 2006

Com 58% dos válidos, Bolsonaro pode ser mais votado que Lula em 2006

O candidato a presidente do PSL, Jair Bolsonaro, pode somar mais votos em 2018 que o ex-presidente Lula em 2006, na reeleição. Ele ganhou “de lavada” nos segundos turnos contra José Serra (PSDB) em 2002, com 61,3% (52,79 milhões de votos) e contra Geraldo Alckmin em 2006, com 60,8% (58,29 milhões de votos, o recorde histórico). Com 58% dos válidos, Bolsonaro pode chegar aos 62 milhões de votos. Os 58,3 milhões de votos de Lula em 2006 marcou o recorde de um só candidato a presidente, em um turno de votação.

 

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O primeiro suplente da coligação que apoiou Cida Borghetti (PP), o deputado Valdir Rossoni (PSDB), ingressou na Justiça Eleitoral com pedido para negar a diplomação do deputado eleito Emerson Petriv (Pros).

Petriv teve o mandato de vereador cassado pela Câmara de Londrina acusado de falta de decoro parlamentar. A condenação previa oito anos de perda de direitos políticos.

Para conseguir registrar a candidatura, Petriv conseguiu uma liminar no TJ que posteriormente foi derrubada.

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Agora a briga será com Valdir Rossoni que contratou um dos principais escritórios de advocacia eleitoral do Paraná, o de Cid Campêlo.

 

Projeto de lei (PL) com os orçamentos e despesas previstas para 2019 enviado pelo governo do Paraná na semana passada para a Assembleia Legislativa prevê que o caixa do governo receberá pouco mais de R$ 54 bilhões.

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A quantia apresenta queda de R$ 2 bilhões em comparação com o previsto para este ano, cujo PL enviado em 2017 pelo governo estimava receber cerca de R$ 56 bilhões.

A principal queda nas receitas para o próximo ano em comparação à tabela prevista em 2017 está em receitas de capital e em receitas intra-orçamentárias correntes, que juntas previam uma receita de R$ 9,8 bilhões em 2018, mas que passará a ter uma meta de R$ 4,8 em 2019.

 

O PT passou a representar 1/3 menos no total dos votos em legenda para a eleição de deputado federal em 16 anos. Em 2002, quando chegou à Presidência da República, o partido representava 27,1% do total de votos depositados em partidos. Neste ano representa 18,4% dos eleitores que optaram por votar numa sigla em vez de um candidato específico. Para a legislatura que começa em 2019, o partido recebeu 1,2 milhão de votos. Quando chegou ao poder pela primeira vez, tinha 2,3 milhões – num universo de eleitores menor.

Por outro lado, o nanico PSL, do presidenciável Jair Bolsonaro, que disputará o 2.º turno com o petista Fernando Haddad, se tornou neste ano o segundo partido com mais votos em legenda para a Câmara.

 

 

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