Sargento Fahur (PSD) foi o deputado federal mais votado do Paraná para o Legislativo.
Bolsonarista, Fahur diz que pelas suas contas já matou uma dúzia de pessoas junto com suas equipes. Segundo ele, sempre quando o criminoso reagiu. Afinal, diz não ser covarde. “Não sou assassino e não apoio assassino”, diz. De acordo com o credo dele, a “opção do bandido” é entre a cadeia e o caixão. “Se se entregar, é cana”, diz.
Fahur já deu declarações dizendo que queria ir mais longe. “Gostaria de fazer mais justiça do que eu faço, cortar umas cabeças por aí de vagabundo”, afirmou em entrevista disponível no YouTube. “Esses caras que cometem esse tipo de crime eu me vejo como uma espécie de justiceiro, pegar esses caras e exterminar essa raça do diabo.”
A vereadora Professora Josete (PT) ficará isolada na oposição a partir de fevereiro quando o vereador Goura vai assumir uma das cadeiras na Assembleia Legislativa do Paraná e deve fugir dos debates no plenário.
Nos últimos meses tornou-se constante embates com Chicarelli que critica avidamente o PT; com Osias Moraes (PRB), da Igreja Universal, e Ezequias Barros, da Igreja Brasil para Cristo.
Josete evita entrar em polêmicas e se posicionar contrariamente à temas polêmicos como aborto e discriminação das drogas.
Não é verdadeira a informação de que os 7,2 milhões de votos nulos (6,2% do total de votos) nestas eleições são prova de fraude nas urnas eletrônicas.
Esses votos foram anulados pelos próprios eleitores que digitaram um número inexistente e confirmaram o voto. A checagem da notícia foi realizada pelo Projeto Comprova.
Uma corrente que viralizou no WhatsApp afirma equivocadamente que os 6,2% de votos nulos nas eleições de 2018 comprovam mau funcionamento e fraude nas urnas.
O relatório da PF foi apresentado ao STF com denúncia contra Temer e mais dez por corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O inquérito em questão versa sobre empresas que pagaram propina em troca de um decreto sobre portos – que ampliou de 25 para 35 anos as concessões do setor, prorrogáveis por até 70 anos – assinado pelo presidente.
Rodrigo Rocha Loures está na panela, junto com os empresários Antônio Celso Grecco, Ricardo Mesquita e Gonçalo Torrealba, além do coronel João Baptista Lima Filho, amigo pessoal de Temer, e da esposa do militar, Maria Rita Fratezi, do sócio do coronel, Carlos Alberto Costa, e do filho dele, Carlos Alberto Costa Filho, do contador Almir Martins Ferreira e da filha de Temer, Maristela de Toledo Temer Lulia.


