A Universidade Federal do Paraná abriu inscrições para última etapa do Processo de Ocupação de Vagas Remanescentes (Provar) para 2019. Nesta etapa, as vagas são destinadas para aproveitamento de curso, complementação de estudos e reintegração de ex-alunos. Em todos os casos, as inscrições devem ser feitas até as 23 horas do dia 13 de novembro, pela internet, no site do Provar.
O Provar é o mecanismo da UFPR para ocupação das vagas remanescentes em cursos de graduação. São seis modalidades. Este ano, já foram encerradas as inscrições para três delas: mudança de turno, habilitação ou curso; para reopção de curso e para transferência de alunos de outras instituições de ensino superior.
As modalidades com inscrições abertas a partir desta semana somam 534 vagas.
O Governo do Estado vai implementar na folha de pagamento de novembro as progressões de 17.769 professores da rede estadual de ensino. São professores do Quadro Próprio do Magistério (QPM), concursados, que obtiveram o benefício por apresentarem certificações de eventos de atividades de atualização, capacitação e qualificação profissional, além de avaliação de desempenho excelente. O impacto mensal na folha de pagamento, a partir de novembro, será de R$ 19,3 milhões adicionais.
Estado vem regularizando os pagamentos referentes às promoções e progressões ocorridas desde 2015 na carreira funcional dos professores do Quadro Próprio do Magistério e profissionais do Quadro de Funcionários da Educação Básica (QFEB) que atuam na rede estadual. Até o final do ano mais de R$ 1 bilhão será destinado ao pagamento de promoções e progressões da categoria.
O Paraná tem enfrentado um período de chuvas recorrentes, o que causa preocupação aos produtores rurais. Por um lado, agricultores das regiões dos Campos Gerais e Centro-Sul precisam colher a safra de cereais de inverno, trigo e cevada principalmente. Nas demais áreas do Estado, é preciso avançar o quanto antes com o plantio da soja para viabilizar a implantação da safrinha de milho. Em ambos os casos, a chuva em excesso é um percalço, já que diminui a qualidade no caso da produção de inverno e inviabiliza a entrada das plantadeiras no campo.
A dois meses do fim do governo Michel Temer (MDB), o Ministério de Minas e Energia decidiu propor medidas polêmicas que podem trazer custo de R$ 4,8 bilhões aos consumidores de energia e aumento de quase 3% na conta de luz, segundo a Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia (Abrace).
Entre as ações propostas está o acionamento de usinas térmicas a gás, que hoje estão paradas devido ao custo fixo elevado, e a realização de um leilão para contratação de térmicas na modalidade de reserva, sob a justificativa de elevar a segurança do sistema. O governo também aprovou uma resolução que dobrou o preço da energia da usina nuclear de Angra 3, cujas obras foram interrompidas após o envolvimento de empreiteiras em denúncias de corrupção.


