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Além de não gostar, Bolsonaro faz tudo contra os pobres, diz Zeca Dirceu

Para 2023, Bolsonaro cortou verbas da saúde, educação, universidades federais, Farmácia Popular, construção de creches, auxílio creche, Minha Casa, Minha Vida, programa de combate à violência contra a mulher, do Suas, programas alimentares, de apoio aos indígenas, entre outros .

O deputado federal disse nesta terça-feira, 27, em Paranavaí, que o presidente Jair Bolsonaro (PL) além de não gostar, faz tudo o que pode contra os pobres e mais vulneráveis no País. "Basta ver os cortes em série no orçamento nos programas sociais e áreas prioritárias como a saúde, educação e habitação", disse Zeca Dirceu.

Para 2023, Bolsonaro cortou verbas da saúde, educação, universidades federais, Farmácia Popular, construção de creches, auxílio creche, Minha Casa, Minha Vida, programa de combate à violência contra a mulher, do Suas, programas alimentares, de apoio aos indígenas, entre outros tantos programas sociais voltados à população de baixa renda. 

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"Sabem quanto que têm em recursos para obras emergenciais, aquelas que mitigam os efeitos de enchentes, desastres e fortes chuvas? Apenas R$ 25 mil. Isso é muito mais que piada de mau gosto. É emblemático que quando se trata de pobre, Bolsonaro usa a máxima de quanto pior melhor", disse Zeca Dirceu para um grupo de pequenos agricultores.

Cortes

Enquanto jorra dinheiro, segundo Zeca Dirceu, para o orçamento secreto, compra de leite condensando e protése peniana, falta recursos até para auxílio creche. Na educação básica, o corte é de R$ 1 bilhão. No orçamento das universidades e instituto federais, são menos R$ 600 milhões. "Tem universidades que vai ficar sem dinheiro para pagar água e luz".

O desmonte chegou ao Casa Verde Amarela. Com o corte de 90% nas verbas do programa, que terá  apenas R$ 1,2 bilhão serão paralisadas as obras de 140 mil casas populares no ano que vem. Bolsonaro cortou ainda 80% das verbas destinadas para a construção de creches e pré-escolas no país desde que assumiu. No governo Bolsonaro são 1.216 obras de educação infantil que estão paradas. 

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O orçamento para 2023 prevê corte de 59% dos recursos do programa Farmácia Popular, que fornece medicamentos gratuitamente para doenças como hipertensão e diabetes. Em 2022, as despesas foram de R$ 2,04 bilhões. Para o ano que vem, serão R$ 842 milhões, um corte de R$ 1,2 bilhão.

Bolsonaro cortou em 90% a verba destinada ao enfrentamento da violência contra a mulher. O dinheiro é usado nas unidades da Casa da Mulher Brasileira e nos centros de atendimentos às mulheres. Em 2020, o montante destinado para proteção das mulheres foi de R$ 100,7 milhões. No ano passado, a verba caiu para R$ 30,6 milhões. Neste ano, sobraram apenas R$ 9,1 milhões.

Mais cortes - Além disso, Bolsonaro cortou 95% da verba do Sistema Único de Assistência Social.  O orçamento deste ano do Suas ficou em R$ 967,3 milhões e para 2023, a queda é brutal: apenas R$ 48,3 milhões – uma diferença a menos de R$ 919 milhões, ou 95% do total, o que compromete os programas como auxílios gás e o emergencial.

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E ainda no Ministério da Saúde, por causa do orçamento secreto, outros programas vão ter menos dinheiro no ano que vem. Para a saúde da população indígena, o corte foi de 59%. Caiu de quase R$ 1,5 bilhão este ano para R$ 610 milhões em 2023.

Corte também em programas de Educação e formação em Saúde. Na formação de profissionais, médicos, para a atenção primária, o corte foi de 51%; de R$ 3 bilhões este ano para menos de R$ 1,5 bilhão no ano que vem.

Desmonte

Em editorial, o jornal Valor Econômico aponta os desmazelos de Bolsonaro com a população mais pobre. Os recursos para educação encolheram 11%, os da saúde, 7,5%, transportes, 17,5%, ciência e tecnologia 24,3%, assistência Social, 64,1%, segurança pública, 34,7%.

O dinheiro para a distribuição de remédios do Farmácia Popular encolheu 55%, o da Casa Verde Amarela subiu no telhado (-95%). O programa nacional de alimentação escolar tem os mesmos recursos, sem correção, desde 2017, com a inflação em alta. Os programas para saúde indígena foram cortados em 59%. 

Há menos verbas para recursos hídricos, mobilidade urbana e saneamento básico. Na agricultura foram reduzidas as despesas em extensão rural e as do Incra, responsável por distribuição de terras e assentamentos. As ações de apoio ao desenvolvimento da educação básica terão corte de R$ 635 milhões e a produção e distribuição de livros e materiais didáticos, de R$ 234 milhões. 

"Teremos um grande trabalho pela frente para recuperar todos os recursos dos programas sociais e em todas as áreas prioritárias, mas o presidente Lula terá um grande apoio da sociedade e do próprio Congresso Nacional e vai evitar esse verdadeiro desmonte", completou Zeca Dirceu.

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