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Mortes por suicídio no Paraná já são mais frequentes que as de acidentes de moto no trânsito

Dados são referentes a levantamentos realizados no ano passado e campanha busca orientar sobre a busca por ajuda e como estar atento as pessoas próximas

Começou nesta quinta-feira (1) a campanha “Setembro Amarelo 2022”. A ação, que é realizada desde 2014 através de uma parceria entre a Associação Brasileira de Psiquiatria e Conselho Federal de Medicina, tem como objetivo promover ações de orientação e amparo para evitar que as pessoas tirem a própria vida. Neste ano, o tema é “A vida é a Melhor Escolha”.

No Paraná, nos últimos anos os números de suicídios têm aumentado e preocupado as autoridades de Saúde. No ano passado, por exemplo, foram registrados 912 atentados contra a própria vida envolvendo paranaenses, conforme levantamento do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde. Para se ter ideia do perigo silencioso, o número já ultrapassa a quantidade de óbitos registrados em acidentes de motocicletas no trânsito que no mesmo ano foram 705 mortes.

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O retrospecto ainda mostra que em 2017 o estado registrou 800 mortes pelas chamadas Lesões Autoprovocadas e, no ano seguinte, os registros saltaram para 900 casos. A partir daí, os óbitos não declinaram da casa dos 900 com 944 mortes em 2019, recorde dos últimos anos.

 

Sinais de alerta e os canais para apoio

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O Centro de Valorização da Vida (CVV), por meio do telefone 188, é um canal permanente de apoio. Em diversidades cidades, há também um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) que oferece auxílio em horários comerciais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193, devem ser acionados quando ocorrem casos de tentativas de suicídio.
Além disso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) também ressalt a importância de se reconhecer fatores de risco para o suicídio. E os dois principais são: tentativa prévia de suicídio (considerado o fator preditivo isolado mais importante) e doença mental (quase todos os suicidas têm uma doença mental, muitas vezes não diagnosticada, frequentemente não tratada ou não tratada de forma adequada). Os transtornos psiquiátricos mais comuns incluem depressão, transtorno bipolar, alcoolismo e abuso/dependência de outras drogas e transtornos de personalidade e esquizofrenia, sendo que o risco aumenta caso o paciente apresente múltiplas comorbiaddes psiquiátricas.

Além disso, outros fatores de risco conhecidos são a desesperança, desespero, desamparo e impulsividade, a idade (o suicídio entre jovens vem aumentando em todo o muindo nas últimas décadas e apresenta índice elvado entre idosos devido a fatores como perda de parentes, enfermidades degenerativas e solidão), doenças clínicas não psiquiátricas (as taxas de suicídio são maiores em pacientes com câncer, HIV, doenças nerológicas, doenças cardivasculares, doenças crônicas etc), eventos adversos na infância (maus tratos, abuso físico e sexual, transtorno psiquiátrico familiar) e fatores sociais.

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