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Boletim confirma caso da varíola dos macacos em Tomazina

Conforme divulgou a Secretaria de Estado da Saúde, paciente que aguardava exame teve a doença confirmada

O boletim informativo sobre a situação da MonkeyPox, a varíola dos macacos, divulgado nesta quarta-feira (24) confirmou 22 novos casos da doença no Paraná. Entre os novos registros há um paciente do Norte Pioneiro.

O informe aponta novos casos em sete cidades paranaenses, entre elas, Tomazina no Norte Pioneiro. Os dados ainda apontam registros da doença em Curitiba, Cascavel, Campo Largo, Paranaguá, Paranavaí, Santa Fé, São José dos Pinhais e Colombo. Em outros boletins, já foram registrados casos também nas cidades de Almirante Tamandaré, Araucária, Foz do Iguaçu, Londrina, Maringá.

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Com os novos registros, o Paraná chega a marca de 105 casos já confirmados da doença, sendo que a grande maioria dos infectados é do gênero masculino com 97 homens e oito mulheres no total. A principal faixa-etária dos pacientes é com idade entre os 20 e 39 anos.

Em entrevista com o diretor da 19ª Regional de Saúde de Jacarezinho, Marcelo Nascimento, ele comentou sobre a situação da doença na região. “Estamos em alerta e repassando as orientações aos profissionais de saúde que atuam nos 22 municípios que fazem parte da 19ª RS”, explicou.

Nascimento também explicou como ocorre a transmissão da doença entre os humanos. “A doença ocorre entre humanos, principalmente através do contato com as secreções respiratórias, lesões da pele e objetos recentemente contaminados pela pessoa que está com a doença. Porém, a transmissão por gotículas respiratórias ocorre por um contato prolongado. A pessoa só deixa de transmitir a doença quando as crostas na pele desaparecem”, comentou.

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Ele também alertou as pessoas sobre os sintomas que podem indicar que o paciente esteja com a doença. “Entre os sintomas, o principal são as erupções cutâneas. “Qualquer pessoas, independente da idade, apresenta subitamente erupção cutânea aguda em qualquer parte do corpo, principalmente nas genitálias. Também pode ocorrer adenomegalia ou febre”, explicou. “Os fatores de monitoramento são viagens a países da África, América do Norte ou Europa nos 21 dias anteriores a aparição dos sintomas. As pessoas também devem estar atentas caso tenham tido contato com indivíduos que estiveram nestes locais, além de contato intimo ou sexual com parceiros casuais ou desconhecidos”, completou.

Caso uma pessoa apresente algum dos sintomas ou se enquadre nas situações apresentadas por nascimento, a orientação é que o paciente busque atendimento médico. “A orientação é simples: caso a pessoa tenha algum sintoma ou se enquadre nas situações descritas, deve procurar um médico o mais rápido possível”, disse. “Caso haja suspeita, a pessoa deve manter abstinência sexual durante o período de transmissibilidade do vírus”, completa.

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