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Diretor da 19° Regional de Saúde fala sobre importância da prevenção contra Hepatites Virais

Marcelo Nascimento e Silva ressalta que a vacinação e o diagnóstico precoce são os principais aliados contra a doença

Com a pandemia do coronavírus, muitas doenças acabaram sendo deixadas de lado, mas são tão perigosas quanto, a Hepatite é uma delas. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em todo o mundo, cerca de 325 milhões de pessoas convivem com doenças oriundas da hepatite, que provocam aproximadamente 1,4 milhões de mortes por ano.

A campanha “Julho Amarelo” foi instituída no Brasil pela Lei nº 13.802/2019 e tem por finalidade reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais.

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A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns medicamentos, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas ou genéticas. Nem sempre a doença apresenta sintomas, mas quando aparecem, estes se manifestam na forma de cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

As hepatites virais são classificadas pelas letras do alfabeto em A, B, C, D (Delta) e E. Hepatite A, tem o maior número de casos, está diretamente relacionada às condições de saneamento básico e de higiene. É uma infecção leve e se cura sozinha. Existe vacina; Hepatite B, é o segundo tipo com maior incidência; atinge maior proporção de transmissão por via sexual e contato sanguíneo. A melhor forma de prevenção para a hepatite B é a vacina, associada ao uso do preservativo; Hepatite C, tem como principal forma de transmissão o contato com sangue. É considerada a principal causa de transplantes de fígado.  A doença pode causar cirrose, câncer de fígado e morte. Não tem vacina; Hepatite D, causada pelo vírus da hepatite D (VHD) ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B. A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D; Hepatite E, causada pelo vírus da hepatite E (VHE) e transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral), provocando grandes epidemias em certas regiões.

“Das hepatites virais, a C não tem vacina, mas desde meados de 2015 tem tratamento que pode eliminar o vírus em quase 100% dos casos. Por isso, é importante detectar e tratar a doença precocemente. Com a detecção precoce e tratamento adequado, o paciente pode ter uma melhor qualidade de vida”, ressalta o diretor da 19° Regional de Saúde de Jacarezinho, Marcelo Nascimento e Silva;

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A principal maneira de se prevenir é a vacina, mas também há outras formas de prevenção como lavar as mãos com frequência, especialmente após o uso do sanitário, trocar fraldas e antes do preparo de alimentos; Utilizar água tratada, clorada ou fervida, para lavar os alimentos que são consumidos crus, deixando-os de molho por 30 minutos; Cozinhar bem os alimentos antes de consumi-los, principalmente mariscos, frutos do mar e peixes; Lavar adequadamente pratos, copos, talheres e mamadeiras; No caso de creches, pré-escolas, lanchonetes, restaurantes e instituições fechadas, adotar medidas rigorosas de higiene, tais como a desinfecção de objetos, bancadas e chão, utilizando hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária; Não tomar banho ou brincar perto de valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto; Evitar a construção de fossas próximas a poços e nascentes de rios; Usar preservativos e higienizar as mãos, genitália, períneo e região anal, antes e após as relações sexuais.

Pensando na prevenção, a 19° Regional de Saúde de Jacarezinho estará, durante todo o mês de julho, realizando um reforço na vacinação, na testagem, além de estarem tirando dúvidas da população. Para participar, basta procurar a UBS mais próxima. “É extremamente importante prevenir, porque as hepatites virais têm tratamento garantido pelo SUS e são curáveis, principalmente se forem diagnosticadas precocemente”, explica o diretor Marcelo.

Fontes: Biblioteca Virtual em Saúde, Ministério da Saúde: Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis e Organização Mundial de Saúde (OMS). 

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