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Renan de Oliveira entrevista Delegado Bradock no programa Conversa com Chimarrão

Durante a conversa foram debatidos diversos assuntos como carreira policial, descaso com a profissão e experiências vividas pelo convidado

Na noite desta terça-feira (17), o programa Conversa com Chimarrão recebeu o Delegado de Polícia Bradock, que possui cerca de 30 anos de experiência na área Policial e foi convidado a compartilhar um pouco mais sobre suas vivências.

O entrevistador Renan de Oliveira comenta sobre a experiência do Delegado com o MST. “Foi por volta de 1995, eles invadiram uma cidade toda, todas as fazendas tomadas eram produtivas e passaram a perder toda a produtividade. Mas é claro que existem pessoas entro do movimento que são pessoas boas. Houve pessoas que se realocaram e eu ajudei, tanto que um deles leva meu nome”, conta Bradock.

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Renan comenta também sobre a influência que toda trajetória de Bradock sobre sua carreira como deputado estadual. “Na época que fui deputado tive a confiança da população pela minha experiência. Trabalhar na política é muita mais difícil do que na delegacia, mas nesse período tive a oportunidade de amadurecer bastante e conhecer bem o meio”, disse o Delgado.

Durante a conversa, Bradock relembra sua primeira troca de tiros. “Um dia desses estava fazendo uma volta no tempo na minha vida como delegado de Polícia e o que mais me deu medo, após tanto tempo, foi uma situação que tive em Rio Negro, onde ocorreu uma rebelião e eu morava na delegacia, coisa que sempre fiz. O policial veio e me contou que o pessoal estava tentando fugir por cima da delegacia e eu apenas com um cinturão de 12 e uma 12, entrei na porta do solário deles, bati o cadeado e tinha 70 pessoas soltas, todos armados com estiletes. Mesmo com a situação consegui dominar a rebelião sozinho, mas repensando foi uma situação que eu poderia ter morrido caso eles resolvessem atacar”, enfatiza.

Uma das pautas tratadas é a situação dos policiais atualmente, Bradock conta que um policial atualmente normalmente deve-se trabalhar 15 horas e por isso os plantões acabam com apenas um policial, o que pode ser perigoso para o funcionário e não garante a segurança. “Quando entrei na Polícia, a PM tinha 22 mil homens, hoje temos um estado com 13 milhões de habitantes e cerca de 12 mil trabalhando. Hoje em dia está em condições precárias a situação”, relata.

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Bradock finaliza deixando uma mensagem para ouvintes e leitores da Folha. “A mensagem que deixo é a seguinte, temos que trabalhar. O trabalho dignifica o homem, o estudo dignifica o homem. Continuem sendo honestos e se você gosta de fazer o que você faz seja padeiro, mecânico, jornalista, mecânico faça tudo com carinho e com amor, como se fosse a última atividade da sua vida”, finaliza. 

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