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SAMU Norte Pioneiro passa a ser gerido pelo Cisnorpi

De acordo com Marcelo Palhares, mudança tem como objetivo acabar com os problemas de atrasos nos pagamentos e sucateamento das ambulâncias

Após meses de impasse sobre o futuro do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) no Norte Pioneiro, com problemas em atrasos de pagamentos das equipes e sucateamento da frota, o que causou até mesmo a possibilidade de uma paralisação dos serviços de socorro na região, o presidente do Cisnorpi (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Norte Pioneiro), Marcelo Palhares, anunciou que a instituição irá assumir o gerenciamento do SAMU.

Após várias reuniões para tentar resolver o problema junto a empresa terceirizada OZZ que, até então, era responsável por gerir os serviços, nesta sexta-feira (13) Palhares anunciou oficialmente que o Cisnorpi irá assumir o gerenciamento. O objetivo é justamente acabar com o atraso nos pagamentos dos profissionais e evitar o sucateamento da frota de ambulâncias.

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Palhares ainda destacou que a decisão foi tomada em conjunto com a Secretaria de Estado da Saúde (SESA) e com o aval do governador Ratinho Junior após uma reunião realizada na capital paranaense.

Entre as principais reclamações das equipes do SAMU, estão as queixas em relação a desvalorização dos profissionais, atrasos nos pagamentos e falta de manutenção nas viaturas. “Chegamos à conclusão de que a descentralização, criando um núcleo de gestão do SAMU no Cisnorpi, é a melhor forma de enfrentarmos os problemas que estão ocorrendo. São serviços essenciais e que têm que ser tratados com a maior seriedade”, assinala Palhares.

Ainda de acordo com o presidente do Cisnorpi, o período de transição para que as atividades passem a ser geridas pelo consórcio está estimado em 120 dias. Com isso, a expectativa é que o serviço apresente melhorias tanto para os profissionais quanto para a população dos 22 municípios atendidos pelo Cisnorpi.

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Uma comissão composta por representantes das secretarias municipais e da 19ª Regional de Saúde está revendo e avaliando todos os contratos com o Cisnop e intensificará a fiscalização.”O que puder ser reaproveitado na nova gestão, aproveitaremos. É importante que a população saiba que os recursos que custeiam as atividades do SAMU, como tudo que se refere à Saúde, são bancados pela União, Estado e Municípios, e todos devem contribuir com sua parcela pontualmente, dentro das esferas de suas competências”, finaliza Palhares.

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