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Reunião debate situação da Dengue nos municípios da 19ª Regional de Saúde

Aumento no índice de infestação do mosquito Aedes Aegypti tem preocupado as autoridades, já que os números da doença vêm aumentando em todo o Paraná, inclusive no Norte Pioneiro

Com a pandemia da Covid-19, o mundo todo aprendeu a importância do esforço coletivo e dos cuidados preventivos contra um vírus contagioso e agressivo. Essa lição também pode e deve ser usada para outras categorias de doenças que, atualmente podem estar um pouco “esquecidas” pela população, como a Dengue, Chikungunya e o vírus Zika, que são tão fatais quanto o coronavírus.

Na semana passada, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) declarou situação de epidemia de Dengue no Paraná devido ao aumento do número de casos. De agosto de 2021 até o momento, o Estado contabiliza mais de 80 mil notificações e cinco mortes pela doença.

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Conforme a SESA, os números do boletim semanal da dengue mostram que os casos prováveis e confirmados estão acima do esperado para o período epidemiológico, por isso a configuração de um cenário epidêmico.

No Norte Pioneiro a situação não está diferente. Publicações divulgadas pelas prefeituras municipais mostram que o cenário na região está em níveis considerados alarmantes.

No município de Cambará a doença encontra-se em maior número. Segundo o último boletim epidemiológico divulgado pela prefeitura, entre os dias 01 de janeiro e 22 de abril de 2022, 214 casos suspeitos de Dengue foram registrados. Destes, 55 casos confirmaram para a doença.

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Conforme a coordenadora de Endemias, Leise Ferraz, nas duas últimas semanas foram realizadas instalações de ovitrampas, para a obtenção da incidência e densidade do Aedes Aegypti no município. Através do sistema chegou-se ao resultado de uma infestação de 34%. Foram instaladas 53 armadilhas no município, dessas, 18 foram recolhidas para análise, com 280 ovos do mosquito. “Já sabemos do risco eminente de epidemia. O número de notificação é bem alto e o número de casos positivos triplicou. O Paraná entrou em epidemia e estamos conscientes da gravidade do problema em Cambará, que por dois anos consecutivos sofre com epidemia. Vimos pedir mais uma vez a colaboração da população para que a proliferação do mosquito não piore ainda mais”, comenta Leise.

Já no município de Jacarezinho, foram notificados 174 casos com 37 confirmações. Durante essa semana, também foram vistoriados 571 imóveis onde os Agentes de Combate a Endemias eliminaram criadouros do mosquito, realizaram tratamento com larvicida e deram orientações aos moradores.

Outro município que também está em alerta em relação à doença é Santana do Itararé. Conforme os últimos boletins informativos divulgados pela secretaria de Saúde municipal, foram notificados 207 suspeitos e 49 casos confirmados.

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O prefeito, José de Jesus Izak, o Zé Izak, faz um apelo nas redes sociais, para que a população se atente mais aos cuidados com a doença. “Estamos vivendo um dos maiores surtos na região de dengue da nossa história. Limpem o quintal e tire esse mal da sua casa”, disse.

O Diretor da 19ª Regional de Saúde Marcelo Nascimento destacou a realização de uma reunião com os técnicos dos 22 municípios para tratar sobre o aumento exponencial dos números de casos de dengue. “Os casos estão aumentando em todo o Paraná. É preciso que a população possa estar atenta com a situação e realizar cuidados constantes em seus terrenos”, comenta.

Marcelo explica ainda que, existe a necessidade de ações contundente dos municípios na remoção de criadouros e também preparar a atenção em saúde dos municípios para receber os pacientes que contraiam o vírus, com um manejo clínico adequado, evitando evolução para um quadro mais grave. 

Evitar a proliferação do mosquito é o principal meio de combate à dengue. Com cautelas simples a doença pode ser facilmente evitada.  “A prevenção é simples, e muitas vezes a população acaba não dando atenção. A melhor forma de enfrentamento é impedir que o mosquito chegue a fase adulta, ou seja elimina-lo ainda na fase de ovo, larva ou pupa. Se todos colaborarem podemos chegar a zerar o número de contaminações”, finaliza Marcelo.

É essencial fazer uma vistoria tanto dentro de casa quanto em quintais, para eliminar recipientes que possam acumular água parada.  Deve-se prestar atenção em pratos de vasos de plantas, lixeiras, baldes, ralos, calhas, garrafas, pneus e até brinquedos ou qualquer outro objeto que pode vir a ser criadouro para larvas do Aedes Aegypti.

Mantenha-se vigilante quanto à limpeza do seu bairro. Se vir um acúmulo de lixo, entulho, ou qualquer recipiente com a larva do mosquito, denuncie aos Conselhos de Saúde.

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