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CSTA publica nota de esclarecimento sobre suporto caso de racismo cometido no JEPS

Instituição afirma que, depois de tudo averiguado e dentro dos limites permitidos por lei, o fato não passará impune

Na última terça-feira (19), um suposto caso de racismo nos Jogos Escolares (JEPS) de Wenceslau Braz causou revolta em toda população.

No dia, estava acontecendo a final da etapa municipal dos jogos, sendo o Colégio Estadual Doutor Sebastião Paraná contra o Colégio São Tomaz de Aquino. De acordo com a súmula da partida, após um aluno da torcida do CSTA gritar para um atleta do time adversário a palavra “macaco”, o jogo foi imediatamente encerrado. “Faltando sete minutos e vinte segundos para o final da partida, os atletas do Colégio Estadual Doutor Sebastião Paraná se retiraram da quadra alegando que, o atleta Luis Gustavo Romano Santos teria sido chamado de macaco por um torcedor do Colégio São Tomaz de Aquino. Os árbitros então deram por encerrada a partida”, diz súmula. 

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Vídeos que circulam nas redes sociais mostram alunos acusando uma estudante do 3º Ano do CSTA de ter cometido esse ato. Nas imagens, a jovem nega as acusações.

O caso tomou grande repercussão nas redes sociais brazenses, causando revolta na população que, exigia um posicionamento das providências a serem tomadas.

No dia seguinte do corrido, quarta-feira (20), o Colégio São Tomaz de Aquino publicou uma nota oficial de esclarecimento sobre o ocorrido.

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Conforme o documento, a instituição esclarece que, caso seja comprovado o cometimento de ofensa racial, será definido quais sanções administrativas e pedagógicas serão aplicadas, que não poderão ser divulgadas por obediência a determinações legais (Artigo 143 do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA).

Acrescentam também, que a escola presta toda a solidariedade ao jovem ofendido, aos familiares e a todos que se sensibilizaram com o ocorrido e, reafirmam o compromisso de que após tudo averiguado e dentro dos limites permitidos por lei, o fato não passará impune.

Leia a nota na íntegra.

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Nota: A Folha repudia qualquer tipo de discriminação seja esta por cor, raça, orientação ou crença. Prezamos pela transparência da informação e transmissão dos fatos atuais e não com um papel julgador do fato independente das partes envolvidas, pois isso cabe aos órgãos responsáveis por apurar o caso.

 

 

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