Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Enxaqueca aumenta risco de AVC e infarto

Enxaqueca aumenta risco de AVC e infarto

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade

(Foto: Reprodução/Globo)

Continua após a publicidade

Trinta milhões de brasileiros têm enxaqueca. E quem mais sofre são as mulheres.

Um estudo feito nos Estados Unidos mostrou que as mulheres que têm enxaqueca correm um risco muito maior de desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e AVC. Mais grave ainda, se elas usam anticoncepcionais.

Para explicar os riscos e a prevenção, o Bem Estar de quarta-feira (13) convidou o cardiologista Roberto Kalil, consultor do programa, e a neurologista Doutora Thaís Villa, chefe do setor de Cefaleias da Unifesp.

A enxaqueca é uma doença que pode tornar a pessoa incapacitada. Ela deve ser tratada com muita seriedade e controle porque aumenta o risco de AVC e infarto, assim como a hipertensão, o colesterol alto e o tabagismo.

A enxaqueca é hereditária e, na maioria dos casos, a automedicação pode ser uma cilada.

A dica é registrar as manifestações e crises em um caderno de anotações. Fatores como duração e horários predominantes, intensidade e localização da dor, sintomas acompanhantes, situações desencadeantes, entre outros, devem ser observados.

A alimentação de quem tem enxaqueca deve ser balanceada, com intervalos regulares entre uma refeição e outra. O jejum é um importante desencadeante da cefaleia. Evitar o uso de substâncias estimulantes em excesso, como a cafeína, também é importante, assim como manter uma rotina de sono. Dormir pouco ou muito pode provocar crises.

 

FONTE:G1 Globo

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Requião pede inelegibilidade de Flávio Arns por improbidade administrativa
20/12/2018
Próxima Notícia
Adapar reafirma trabalho de fiscalização do uso de agrotóxicos
20/12/2018