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Bate-boca entre prefeito e motoristas acaba sem acordo

Bate-boca entre prefeito e motoristas acaba sem acordo

Redução das diárias. Este foi o assunto que motivou uma discussão que varou a madrugada  nesta terça-feira (15) em Wenceslau Braz.

De um lado, os motoristas da Secretaria de Saúde protestavam contra a redução das diárias publicada no decreto 03/2019, diminuindo o valor de 100% por viagem para apenas 40% em caso de viagens até 12 horas. Em valores reais, essa diminuição seria de R$ 120 para R$ 48 na diária recebida em viagens para a capital do estado, por exemplo.

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Do outro lado, o prefeito Paulo Leonar (PP), responsável pela assinatura do decreto, alega que a prefeitura não tem dinheiro para continuar bancando o valor total das diárias. Durante a conversa que ocorreu nesta madrugada, o chefe do Executivo afirmou que esta é uma das medidas que visam cortar gastos e evitar que os salários voltem a atrasar por falta de dinheiro.

Em sua fala durante a reunião, Leonar ainda deixou claro que reduzir o número de viagens não é uma opção e que isso prejudicaria os pacientes. Também colocou a decisão de continuar ou não na Saúde a cargo dos motoristas, visto que uma equipe da Educação poderia assumir as viagens.

A conversa não resultou em consenso, apenas em uma decisão aparentemente forçada dos motoristas de estarem deixando seus cargos.

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Os motoristas da secretaria de Educação, que estão de férias, foram convocados para fazer as viagens da Saúde.

 

Mobilização

Na manhã desta terça, os motoristas buscaram orientação no tocante a Lei Municipal 2622/2013, que estabeleceu os valores de diárias em 2013, legislação que torna a medida inválida, visto que, para tal, o Executivo precisaria enviar um novo projeto de lei para a Câmara dos Vereadores que, se aprovado, só então poderia alterar a lei vigente.

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Em acordo com as reivindicações, o presidente da Câmara, Josemar Furini (PMDB) convocou uma sessão extraordinária para as 15h30 de hoje para tentar revogar o decreto do Executivo.

Nas redes sociais circula um chamado para uma manifestação pacífica em prol dos motoristas, marcada para as 17h em frente à Praça do Fórum.

 

Motoristas

Os profissionais, que passam aproximadamente 400 horas na estrada mensalmente, alegam que o valor é muito baixo e que o decreto não pode transpor a lei já existente, que prevê o pagamento total das diárias aos motoristas, além do salário fixo de R$ 1.048.

Outro ponto abordado pelos profissionais é sua experiência na estrada e até afinidade com os pacientes, requisito que não é adquirido de um dia para o outro, segundo eles.

Apoiados pelos familiares, que passam praticamente todo tempo longe de casa, eles reivindicam seus direitos integralmente, não só pelo custo que tem na estrada, mas pelo risco que correm todos os dias em nome da saúde dos pacientes.

A reportagem tentou contato com a secretaria de Saúde, mas não obteve resposta.

 

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