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Segundo informações, os militares que já haviam proposto uma equiparação salarial com outras carreiras do Executivo para compensar as mudanças na Previdência, agora sugerem benefícios, diante da resistência da equipe econômica. Em minuta de decreto feita no ano passado, preveem o retorno do auxílio-moradia e da possibilidade de acumular gratificações por especialização, extintas por uma medida provisória no governo FHC. Argumentam não terem FGTS ou hora extra, como outros trabalhadores.
O deputado federal Ricardo Barros (PP/PR) tem aproveitado o seu bom trânsito com presidentes de partidos, líderes de bancadas e parlamentares de diferentes legendas para reforçar sua candidatura à presidência da Câmara. Nesta terça-feira (22), Barros foi a sede do PSB para um encontro com o presidente da legenda, Carlos Siqueira. Depois seguiu à Câmara onde se encontrou com o líder do MDB, deputado Baleia Rossi (SP). O deputado paranaense refirmou aos interlocutores que o Legislativo deve se impor como poder independente “com o mesmo protagonismo dos outros poderes”.Ricardo Barros está indo para o sexto mandato na Câmara Federal. Foi Ministro da Saúde do governo Michel Temer, relator-geral do Orçamento da União 2016 e vice-líder nos governos Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma.
O PT, o PSB e o PSOL anunciaram nesta terça-feira (22) a formação de um bloco de oposição ao governo federal na Câmara dos Deputados. “É importante unir forças para que possamos fazer o enfrentamento e honrar a condição de oposicionistas que os eleitores nos colocaram”, disse o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira. Ainda está em negociação a adesão de PDT, PCdoB e Rede. Caso se concretize, o bloco pode chegar a 134 deputados a partir de fevereiro: PT (54), PSB (32), PSOL (10), PDT (28), PCdoB (9), Rede (1).

