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70 municípios paranaenses gastam menos com saúde por habitante

70 municípios paranaenses gastam menos com saúde por habitante

Dia desses alertamos sobre os problemas que os novos governos – estaduais e federal – vão ter na área da saúde pública. No caso paranaense, até o momento, não vimos nenhum programa ou ação de governo no sentido de tranquilizar a população, principalmente com o atendimento aos pacientes que procuram socorro na rede hospitalar pública ou centros de atendimento do SUS.

Levantamento do Conselho Federal de Medicina indica que o valor médio do montante aplicado por gestores municipais em todo o Brasil foi de R$ 403,37 no ano de 2017.

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Setenta dos 399 municípios paranaenses apresentaram gastos em saúde por habitante abaixo da média nacional de R$ 403,37 no ano de 2017. É o que mostra levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM), que analisou as contas da saúde declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde, e calculou o valor médio aplicado pelos gestores municipais com recursos próprios em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS).

 

Os casos de dengue contraídos no Paraná (chamados pelas autoridades de saúde como autóctones) aumentaram. O boletim da semana epidemiológica que terminou nesta terça-feira (22) registrou 6.528 notificações feitas desde agosto do ano passado, em 246 municípios. Entre as notificações, 4.230 já foram descartadas. Ao todo, foram confirmados desde agosto passado 154 casos, em 49 municípios. São cinco a mais que na última semana. O Paraná tem ainda dois casos de chikungunya confirmados, todos contraídos fora do Paraná. O único caso de zika foi contraído em Foz do Iguaçu e outros 11 casos de notificação são investigados.

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a inflação oficial, ficou em 0,3% em janeiro deste ano. A taxa é superior ao registrado na prévia de dezembro de 2018 (-0,16%), mas inferior ao 0,39% da prévia de janeiro do ano passado. Segundo dados divulgados hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa acumulada em 12 meses é de 3,77%. A taxa da prévia de janeiro foi puxada principalmente pela alta de preços de 0,87% dos alimentos. Comprar alimentos para comer em casa, por exemplo, ficou 1,07% mais caro, devido a aumentos de produtos como carnes (1,72%), cebola (17,5%) e batata-inglesa (11,27%). O custo de comer fora de casa subiu 0,53% no período.

 

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