Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

DEM comanda três ministérios e ganha presidência da Câmara e Senado

DEM comanda três ministérios e ganha presidência da Câmara e Senado

Com a eleição de David Alcolumbre (AP) para a presidência do Senado, o DEM passa a, pela primeira vez, comandar ao mesmo tempo as duas casas do Legislativo. Essa situação começou a ser desenhada na sexta-feira (1/2), quando Rodrigo Maia confirmou o terceiro mandato à frente da Câmara.

Para um partido com bancada de apenas seis representantes no Senado e 29 na Câmara, esse é um fato surpreendente. O DEM também é o partido com mais espaço no governo. Além do ministro Onyx Lorenzoni na Casa Civil, os titulares das pastas da Agricultura, Tereza Cristina, e da saúde, Luiz Henrique Mandetta, são filiados à legenda, embora não tenham chegado aos cargos por indicação da direção partidária.

Continua após a publicidade

A presença simultânea das duas cadeiras mais importantes do Congresso e na Casa Civil posiciona o partido em pontos estratégicos do Executivo e do Legislativo. No Planalto, Onyx terá poderes nos rumos do governo e, também, para ditar o ritmo dos projetos encaminhados para o Parlamento.

Sob qualquer ângulo, nunca o DEM teve tanto poder. No melhor momento da legenda, quando ainda se chamava PFL, o partido governou em aliança com o PSDB durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Tinha o vice-presidente, Marco Maciel, e o presidente da Câmara, Luiz Eduardo Magalhães (BA), de 1995 a 1997, ou do Senado, Antônio Carlos Magalhães (BA), de 1997 a 2001 – um de cada vez.

Na época em que dividia poder com tucanos e pemedebistas, o partido chegou a 105 deputados e 20 senadores, eleitos em 1999. Dois fatos desse período determinaram a decadência do DEM. O primeiro foi, ainda, em 1998, quando o deputado Luís Eduardo morreu aos 43 quando era preparado para, em 2002, candidatar-se e presidente da República.

Continua após a publicidade

 

Fonte: Metrópoles

Continua após a publicidade
Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Praça de pedágio e posto de combustíveis são alvos de assalto
04/02/2019
Próxima Notícia
Homem encontra irmão morto em residência
04/02/2019