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Aos olhos do mundo

Aos olhos do mundo

Nenhum país atrairá tanto as atenções mundiais, a partir desta semana, quanto o Brasil. Inicia-se o período de um mês, que se repete a cada quatro anos, em que o futebol consegue a façanha de mobilizar do cidadão comum às lideranças de países que estarão ou não participando da Copa. A três dias da abertura do evento, 20 chefes de Estado já confirmaram presença. No jogo de abertura entre as seleções brasileira e croata, na próxima quinta-feira, 11 presidentes e primeiros-ministros estarão na Arena Corinthians, ao lado da presidente Dilma Rousseff. Só esta concentração de mandatários já é suficiente para expressar a grandeza de um acontecimento que, previsivelmente, dividiu o país entre os que apoiam e os que se opõem à sua realização, mas com uma maioria, comprovada pelas pesquisas, engajada entre os que desejam seu êxito.

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O balanço final do que o Mundial representa para o Brasil somente poderá ser feito daqui a alguns anos. Mas, desde já, há dados tangíveis que contribuem para uma avaliação preliminar. É inegável, conforme avaliações não só oficiais, mas de consultorias independentes, que o Mundial multiplica investimentos, com efeitos econômicos visíveis. As estimativas apresentam variações, dependendo dos métodos utilizados, mas há consenso de que a aplicação total na organização do evento ultrapassará R$ 25 bilhões. Somente em financiamentos, com intervenção estatal, são R$ 8 bilhões. Calcula o governo que a geração de empregos diretos, incluindo os temporários, chegará a 600 mil vagas.

Também por projeções oficiais, prevê-se que o país pode obter um ganho adicional anual de 0,4% do PIB, até 2019, com os efeitos em cadeia provocados pela produção, por emprego e renda. São números que, dependendo da abordagem, podem variar, mas que na maioria das estimativas indicam ganhos para o país, ao lado dos chamados legados mais visíveis, como os investimentos diretos de R$ 33 bilhões em infraestrutura. Posições contrárias à realização do Mundial põem em dúvida os resultados de médio e longo prazos, o que apenas adia, para bem mais adiante, a testagem dos argumentos de cada lado. A partir de agora, o que o Brasil deve mesmo pôr à prova é a capacidade de realizar com sucesso o maior certame do esporte.

O êxito do evento não será medido apenas por seus resultados econômicos. Copas, Olimpíadas e outras festas com alcance mundial são oportunidades únicas. Países com perfis distintos, principalmente pelo estágio de desenvolvimento, como Alemanha e África do Sul, as mais recentes sedes do Mundial, souberam, cada um a seu modo, tirar proveito da condição de anfitriões. Fortaleceram a própria imagem no mundo e a autoestima nacional. O Brasil deve seguir seus exemplos.

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