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O polêmico futuro da Facibra

O polêmico futuro da Facibra

Como tratar um assunto que envolve grana, poder, política e educação? Como proceder quando uma história de mais de 15 anos corre o risco de ir pelo ralo? Esse é o dilema pelo qual passa a classe política de Wenceslau Braz com relação à Facibra, única escola de ensino superior (presencial) do município e formadora de centenas de profissionais da região. A situação também não está nada fácil para a instituição, que desde o ano passado, amarga resultados negativos em número de matriculados e também no desempenho estatístico do MEC.

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Porém, longe do mal estar financeiro e pedagógico, a pedra no sapato da Facibra agora é o Ministério Público, que pede, segundo ação impetrada este ano, a revogação da doação da estrutura concedida pelo município em 2004, na gestão da então prefeita Carolina Batistão de Souza (PMDB). De acordo com o apontamento do MP, as contrapartidas da faculdade não foram respeitadas, quando não houve os investimentos acordados na época, como novos cursos e aplicações sociais.

Segundo o entendimento do MP da comarca de Wenceslau Braz, não há razão para que o terreno e o prédio, de propriedade original da prefeitura, ainda sejam concedidos para a faculdade que não detém influência suficiente para a sociedade como um todo, se tornando, portanto, desnecessária a concessão do espaço para o Cenebra – Centro Educacional de Wenceslau Braz, mantenedora da instituição.

Agora, longe da base legal do posicionamento do promotor Joel Carlos Beffa, está a atual vice-diretoria da Facibra, que aponta interferência da prefeitura e perseguição política por parte do prefeito. Os motivos poderiam ser dois: atual vice-diretoria oposta à atual gestão pública e colaboradores oposicionistas. No entanto, observando o outro lado da moeda, a administração municipal seguiu o compasso do Ministério Público, quando apenas propôs a lei de desapropriação da faculdade. Quer dizer, o MP determinou e o município, gerido por Atahyde Ferreira dos Santos Junior, então vereador em 2004 e um dos votos favoráveis ao mantimento da doação, acatou.

A verdade é que existe de fato uma equivocada perspectiva diante do problema. A faculdade aponta a desapropriação como perseguição política, quando na verdade o município faz apenas seu papel de instituição pública. Em outras palavras a faculdade resume o problema como uma simples perseguição partidária, quando deveria observar outras questões em jogo, como o bem comum. Uma propriedade avaliada em milhões de reais, originalmente de propriedade pública, não deve servir de base para uma única instituição privada, com finalidades particulares e lucrativas, sem retornos para a sociedade.

Para concluir, cabe destacar que a instituição educacional passou por troca de donos em 2012, quando um grupo mineiro adquiriu a posse da faculdade, passando a ser dono da estrutura então doada inicialmente para diretores e proprietários brazenses. Cabe destacar que estes mesmos donos e diretores do passado, compostos pelo então diretor Wilson Nery e o atual prefeito de Siqueira Campos, Fabiano Lopes Bueno, venderam a estimada Facibra, sem que houvesse interferência do município.

A partir de agora, enfim, o futuro da Facibra está nas mãos dos vereadores, que votarão na próxima terça-feira a permanência da faculdade no município e no cotidiano do povo brazense.

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