“Só uma data comercial”. A contrapropaganda feita nas rodas de conversa (quase sempre oriunda de algum esquerdista contra o sistema) tem lá sua razão. Mas datas comerciais, em época de crise, são vitais para a sobrevivência do comércio – que por sua vez abriga centenas de milhares de emprego.
O Dia dos Pais, especificamente, esse dias dos pais, tem uma importância econômica e até social muito mais do que afetiva. Na região os comércios sofrem com a queda das vendas, com o tradicional agosto ruim de movimento e, em alguns municípios, com a proximidade da Festa de Agosto, que leva milhares de ambulantes a Siqueira Campos e acaba por atrapalhar ainda mais a situação.
Claro que a data não tem aquele apelo espetacular que, por exemplo, o Dia das Mães possui. Também passa a milhas de distância de, em termo de volume de vendas, ser um Natal ou Dia dos Namorados.
Mas pai é pai. Claro que boa parte dos homens não se liga muito nesta data – e em nenhuma outra, verdade seja dita. Mas um agradinho a ele também não fará mal a ninguém.
Pense que assim você também estará colaborando diretamente para a roda da economia girar. Está certo que o comércio poderia ter caprichado um pouquinho mais para a ocasião. Fatores como crise, agosto, baixo apelo comercial e etc. culminaram com poucas promoções e atrativos escassos aos consumidores.
Eles, os consumidores, por sua vez, também não esboçaram grande movimentação. Mas ainda há tempo. Se falta dinheiro, a criatividade pode superar um orçamento pequeno – e isso definitivamente exclui presentar os pais com meias e cuecas. Todo mundo consegue pensar em algo mais interessante, né?
Portanto, compre um presente e participe da promoção: na compra de um presente para seu pai ajude a salvar o comércio local. A economia da sua cidade agradece.


