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Cadeias nos Campos Gerais e Norte Pioneiro são interditadas pela justiça por condições precárias; presos são transferidos

Cadeias nos Campos Gerais e Norte Pioneiro são interditadas pela justiça por condições precárias; presos são transferidos

Pelo menos 200 carceragens de cadeias públicas do Paraná estão com problemas estruturais. É o que diz um levantamento do Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná (Sinclapol-PR). Conforme o sindicato, a estrutura de algumas carceragens é desumana não só para presos, mas também para policiais civis que trabalham nessas cadeias.

O Sinclapol-PR fez imagens de celular em cadeias visitadas recentemente. Em Curiúva, no norte pioneiro do Paraná, há goteiras e rachaduras no alojamento de policiais que fazem a segurança das celas. Segundo o sindicato, a função não deveria ser atribuída aos policiais civis.

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Em outro vídeo, ainda em Curiúva, presos aparecem reclamando das celas lotadas. No espaço de aproximadamente nove metros quadrados, um preso relata que nove pessoas precisam compartilhar o local. A Lei de Execuções Penais diz que cada preso deve ter no mínimo seis metros quadrados de espaço dentro de uma cela.

Gravações também foram feitas na cadeia de Piraí do Sul, no Campos Gerais do estado. Nas imagens feitas pelo Sinclapol-PR, presos aparecem reclamando da higiene das celas e da falta de banheiros. Segundo os detentos, eles chegam a ficar até três dias sem tomar banho.

De acordo com o sindicato, a estrutura do prédio, que foi construído em 1950, não passa por manutenções. Nas imagens, o forro de um dos tetos aparece caído.

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O presidente do Sinclapol-PR, Fábio Drummon, diz que foi até Piraí do Sul para averiguar as condições da cadeia após a fuga de quatro presos no dia 28 de março. Quatro detentos conseguiram escapar pelo telhado.

A decisão liminar de interdição da cadeia pública de Piraí do Sul é de julho de 2018. A Justiça determinou a retirada dos presos da carceragem no prazo de 10 dias, além da transferência imediata de novos presos depois de audiências de custódia, e apresentação, no prazo de 30 dias, de um projeto de reforma do prédio.

A Justiça pediu ainda urgência na retirada de todos os presos por conta da estrutura física do prédio. De acordo com a decisão o telhado está apodrecido e tomado por cupins, com risco concreto de desabamento da caixa d'água sobre os presos.

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Em janeiro de 2019, uma nova decisão judicial determinou a imediata responsabilidade do Governo do Paraná para as medidas exigidas na cadeia pública de Piraí do Sul. A decisão determinou novamente o pagamento de multa ao Estado por dia, e por preso que continuar no local.

O Sinclapol-PR diz que nenhuma medida ainda foi tomada para garantir os direitos constitucionais dos presos. Ainda de acordo com o sindicato, houve remoção de alguns presos para outras cadeias, mas não foi cumprida a medida urgente de retirada de todos.

Matéria original Portal G1/PR

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