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Câmara aceita denúncia e Paulo Leonar passa a ser investigado em dois casos

Câmara aceita denúncia e Paulo Leonar passa a ser investigado em dois casos

A Câmara de Vereadores do município de Wenceslau Braz aceitou por unanimidade mais uma denúncia contra o prefeito Paulo Leonar (PDT). O documento foi protocolado na tarde desta terça-feira e votado durante a sessão ordinária. Atualmente, o chefe do Executivo já é alvo de uma CPP que investiga o pagamento de valores na casa dos R$ 250 a funcionários recibados.

O documento protocolado novamente nesta terça trata-se de uma denúncia que já havia sido apresentada no ano passado pelo ex-vereador Polaco da Brahma. O texto fala sobre irregularidades em contratos firmados entre a prefeitura municipal e a Apres (Associação dos Profissionais de Reciclagem de Wenceslau Braz). De acordo com a denúncia, o prefeito contratou a empresa mediante a quatro dispensas de licitação firmando contratos nos valores de R$ 1,3 milhão, R$ 406 mil, R$ 320 mil e 270 mil.

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Além da votação, também ouve o sorteio dos três vereadores para compor a CPP. Desta forma, ficou definido o vereador Luiz Alberto Antônio, o Beto do Esporte (PSDB) como presidente, Josemar Furini (MDB) como relator e Dilciney Batista do Amaral (PHS) membro.

Outra ação de interesse popular votada durante a sessão foi a derrubada do veto do prefeito sobre o projeto de isenção da taxa mínima cobrada pela Sanepar no município. Segundo o jurídico da prefeitura, a decisão seria inconstitucional. O documento foi encaminhado novamente a prefeitura para que seja assinado por Paulo.

 

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CASO ANTIGO

Em junho do ano passado, Polaco já havia protocolado a mesma denúncia que foi aceita e resultou na abertura de uma CPP para investigar o caso. O processo foi realizado, testemunhas foram ouvidas e documentos analisados, porém, o prefeito conseguiu virar o jogo aos 45 do segundo tempo pouco antes da votação que poderia ou não culminar na sua cassação.

Na ocasião, a defesa de Paulo Leonar entrou com o pedido de uma limar que suspendesse a votação, sendo que o pedido foi acatado pelo desembargador Nilson Mizuta. De acordo com a decisão, o prazo regimental de 90 dias foi extrapolado pela câmara, além da ausência de notificação por dois dias consecutivos em Diário Oficial e não intimação do denunciado ou de sua advogada para leitura do parecer final aprovado pela CPP.

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Apesar da decisão ter sido acontecido em agosto do ano passado, só em março deste ano o processo foi arquivado de maneira que Polaco pudesse novamente apresenta-lo. “Essa questão do prazo não cabe a câmara. Quando o Nilson Mizuta deferiu o pedido da defesa, isso aconteceu já no âmbito do Judiciário. Em dezembro, foi realizado o pedido de agravo com representação do Dr. Rene que acabou negado. Aí o processo foi repassado para comarca para decisão do juiz responsável. Como foi finalizado na Justiça, aí pode ser arquivado na Câmara”, explica o vereador Beto.

Beto ainda explicou que o Legislativo poderia ter recorrido da decisão junto ao Supremo, mas isto causaria um desgaste e tomada de tempo maior. “Isso acaba gerando uma situação complicada. Com isso, houve o arquivamento da denúncia e o denunciante optou pelo direito de apresenta-la novamente. Agora o processo de investigação deve ocorrer com mais agilidade, visto que os documentos, oitivas das testemunhas e demais informações coletadas pela antiga CPP já estão em posse da justiça. O próximo passo é notificar o prefeito e ele terá um prazo para apresentar sua defesa preliminar”, declarou.

 

EM PARALELO

Uma outra CPP apresentada por Marlos Roberto dos Santos está em andamento e as oitivas de testemunhas e envolvidos serão realizadas já na próxima semana. O texto acusa Paulo Leonar do pagamento de valores a recibados sem a devida justificativa ou compatibilidade dos valores, além de apontar o “despreparo total da atual gestão” em governar o município.

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