O Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar) de Londrina vai realizar nesta terça-feira (11) e quarta-feira (12), das 12h às 17h, um bazar beneficente em sua sede, na Avenida Juscelino Kubitschek, 2.882, Vila Ipiranga.
Segundo a gerente administrativa do Provopar-LD, Ana Lúcia Conde, no local estarão à venda diversos artigos provenientes de apreensões da Receita Federal como celulares de modelos mais simples, tapetes para sala de estar, artigos de pesca como linha, vara e isca artificial, tonner para impressoras e lingeries.
"A pessoa que adquirir os produtos no bazar vai se beneficiar comprando artigos a preços acessíveis, e ajudará a entidade que há 35 anos vem trabalhando com assistência social, em prol daqueles que mais precisam", disse a gerente.
Todos os artigos serão comercializados a preços acessíveis e a renda será revertida para os trabalhos sociais realizados pela entidade. Diariamente, o Provopar atende 1.235 criança e adolescentes, que vivem em situação de vulnerabilidade social.
Motoristas e cobradores vão decidir se participam de protesto contra Lei da Terceirização
O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina (Sinttrol) convocou uma assembleia para o próximo dia 19 (quarta-feira da semana que vem) para definir a adesão da categoria à paralisação convocada por diversas centrais sindicais no dia 28 de abril. O intuito é protestar contra a regulamentação da terceirização, além das reformas trabalhista e previdenciária. Caso a maioria dos trabalhadores opte pela participação, os ônibus podem deixar de circular em Londrina por algumas horas.
Segundo o presidente do Sinttrol, João Batista da Silva, o sindicato "não quer prejudicar ninguém". Apesar da assembleia ainda não ter acontecido, ele espera que o convite seja acatado, assim como ocorreu no dia 15 de março. A votação, que é secreta, deve ocorrer nas dependências do Terminal Urbano. Um comunicado despachado pelas centrais sindicais afirma "que há um desmonte da Previdência pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)".
Em março, as empresas de transporte coletivo recorreram ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para impedir a paralisação de motoristas e cobradores. Uma liminar deferida garantiu a manutenção de pelo menos 50% da frota nos horários de pico, entre 5h e 9h e das 17h às 20h.


