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Ministério Público fecha o cerco em caso Amunorpi

Ministério Público fecha o cerco em caso Amunorpi

O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Ribeirão do Pinhal e da unidade do Norte Pioneiro do Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), apresentou nesta semana ação civil pública e denúncia criminal contra irregularidades praticadas na Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi). A maior ilegalidade verificada na investigação do MPPR se refere ao uso indevido de verba pública repassada à entidade por diversas prefeituras associadas.

Os fatos chegaram ao Ministério Público em 2015, por meio de representações anônimas, que noticiavam situações irregulares praticadas pela Amunorpi, como a realização de compras sem licitação, a contratação aleatória de funcionários (com altos salários), o pagamento de estadia para prefeitos fazerem cursos mesmo quando os gestores já tinham recebido diárias de seus Municípios, a utilização de veículos da instituição pelos funcionários para fins particulares, entre outros fatos. A entidade também não prestava contas dos gastos aos associados.

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Ministério Público ajuíza seis ações por irregularidades na Amunorpi

São requeridas pelo MPPR como responsáveis pelas ilegalidades nove pessoas, dentre eles os ex-prefeitos de Jundiaí do Sul, Jair Sanches Nascimento e Marcio Leandro da Silva; Eduí Gonçalves, ex-prefeito de Guapirama; Edmar de Freitas Alboneti ex-prefeito de Barra do Jacaré; além do ex-prefeito de Tomazina, Guilherme Cury Saliba Costa.

Outros três ex-servidores da associação também tiveram seus nomes citados, Luciano Matias Diniz que exercia a função de contador; Tânia Dib, ex-diretora executiva; Luciano Marcelo Dias Queiroz que exercia cargo de advogado contratado da associação e também procurador no município de Conselheiro Mairink, segundo os autos do processo ele recebia pagamentos “por fora”, por intermédio da associação, de mais 14 outros entes públicos, de forma indevida e criminosa.

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Uma quarta funcionária citada na ação, Adelita Sanches Garcia, continua trabalhando na Amunorpi, como contadora. Ela é contratada e paga com dinheiro arrecadado dos municípios.

O juiz expediu suspensão das funções da contadora e o ex-advogado e procurador de Conselheiro Mairink Luciano M. D. Queiroz. Após notificados, em caso de descumprimento da medida, será decretada a prisão preventiva.

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PEDIDOS

Com a ação civil pública o Ministério Público requer a condenação dos envolvidos por ato de improbidade administrativa, o que pode levar a sanções como a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa, entre outras, além de ressarcimento ao erário no valor de R$ 179.958,49. Liminarmente, foi demandada a indisponibilidade de bens dos requeridos.

INVESTIGAÇÃO NA AMUNORPI: Justiça bloqueia bens de prefeito e ex-prefeito do Norte Pioneiro

Criminalmente, a ação penal busca a responsabilização dos réus pelos crimes de apropriação/desvio de rendas públicas e ordenação de despesas não autorizadas por lei, lavagem de dinheiro e associação criminosa, entre outros.

 

PATRIMÔNIO PÚBLICO

O Gepatria foi criado no MPPR no final de 2015, para atuar especificamente no combate aos crimes, organizações criminosas e atos de improbidade administrativa. A metodologia de trabalho é similar à do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), mas focada a coibir as irregularidades na administração pública na área cível, notadamente quanto à improbidade administrativa e à proteção ao patrimônio público.

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