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Projeto “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola” desperta curiosidade entre os alunos

Projeto “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola” desperta curiosidade entre os alunos

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Neste mês de outubro, está sendo realizado o projeto “Justiça e Cidadania também se Aprendem na Escola”, desenvolvido em parceria do Tribunal de Justiça do Paraná e os Magistrados. Através do projeto, são realizadas palestras nas escolas públicas e privadas de diversos municípios do Estado.

Na segunda-feira (16), a equipe do Folha Extra acompanhou o Juiz de direito do município de Wenceslau Braz, Elbert Mattos Bernardineli, e o promotor de Justiça, Joel Carlos Beffa, em uma palestra realizada com a turma do 5º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Cecília Meireles.

Acompanhados de um advogado, os magistrados promoveram uma palestra para os alunos abordando diferentes assuntos relacionados a justiça, como leis, direitos, deveres, audiências, julgamentos, processos e correlatos. Após muitas explicações por parte do juiz e do promotor, foi a vez dos alunos tirarem todas as suas dúvidas e realizarem uma série de perguntas.

O juiz Elbert falou um pouco sobre o objetivo do projeto. “É um projeto para trabalhar com as crianças noções de cidadania e justiça, trazendo a consciência deles de quais são os seus direitos e seus deveres, além de apresentar um conhecimento do que como funciona o Poder Judiciário, Executivo, Legislativo e o Ministério Público”, explicou.

Ao acompanhar a palestra, é possível notar que os alunos, mesmo que numa faixa etária em média de dez anos, mostram-se participativos e interessados sobre o tema. Algumas perguntas surpreendem até mesmo os magistrados. Os estudantes ainda demonstram interesse em seguir as profissões de juiz, promotor e advogado.

Nesse sentido, o promotor Joel Carlos Beffa falou sobre a experiência junto aos alunos. “Para nossa surpresa as crianças acabam fazendo várias perguntas e nós explicamos. Pelo jeito elas entendem razoavelmente o que queremos dizer, pois cada vez mais as perguntas têm uma profundidade impressionante. Existe uma curiosidade muito grande deles de saber como funciona a justiça.” comentou.

Beffa também destacou que o projeto é importante para aproximar a sociedade do Poder Judiciário. “Eu acho importante esse contato entre nós e os alunos, para que eles sintam que somos todos iguais. O juiz e o promotor são pessoas normais igual seus pais ou avós. Isso proporciona uma quebra de paradigmas. Quando a criança tem esse contato, eles veem que estão lidando com seres humanos, acabando esse ‘endeusamento’. Eles se encantam com a juventude do juiz, por exemplo”, explicou.

O magistrado também comentou sobre como é a experiência de sair da rotina do fórum e trabalhar de forma educacional junto a crianças. “Isso é muito gratificante para nós que trabalhamos no fórum com muitos processos e problemas; e acabamos tendo essa oportunidade de participar desse projeto. É importante trazer essa noção de direito para essas crianças que vão ser os adultos que vão compor a sociedade do amanhã. Fazemos isso com muito empenho e dedicação”, declarou.

O juiz ainda completou destacando a importância deste tipo de trabalho para conscientização da juventude que será o futuro da sociedade. “Nós sempre pensamos no bem estar dessas crianças para que elas tenham essa consciência e consigam uma melhor formação sobre o que é direito ou dever e assim se envolvendo cada vez menos em processos”, destacou.

Beffa ainda falou sobre a importância do trabalho para permitir que as pessoas tenham esse conhecimento e se aproxime da justiça. “A gente descobre que a sociedade está distante da realidade deste poder que decide o rumo da vida de muitas pessoas, pois não tem acesso a esse meio. Nós somos meros seres humanos com qualidades e defeitos, funcionários do povo que ganhamos para trabalhar”, finalizou.

Além das palestras que serão realizadas em todas as escolas do município, os alunos ainda vão ter a oportunidade de visitar o Fórum de Justiça e conhecer locais como a sala de audiências.

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