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Assembleia para decidir o futuro da Oi é adiada para novembro

Assembleia para decidir o futuro da Oi é adiada para novembro

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Esta segunda-feira (23) seria um dia decisivo para a Oi. Estava marcada para acontecer no Riocentro, na capital fluminense, a assembleia em que os maiores credores da operadora iriam decidir se aprovavam ou não a nova proposta de renegociação das dívidas da companhia. A operadora está em processo de recuperação judicial desde junho do ano passado, com dívidas que chegam a R$ 65 bilhões, e, desde então, tenta costurar um acordo que agrade acionistas e credores. Mas, a pedido dos próprios credores, insatisfeitos com as condições impostas pela Oi, o evento foi adiado pela segunda vez em menos de um mês. Agora, o futuro da maior operadora do país será definido no dia 6 de novembro.

A demora em acontecer a assembleia de credores da Oi é um exemplo prático do quão complexo é o processo de recuperação judicial da companhia. A operadora é a maior do país em termos de cobertura e é dona de grande parte da infraestrutura usada para prestação de serviços de telecomunicações no país. Sua dívida bilionária envolve cerca de 55 mil credores, desde pequenos negócios a bancos públicos e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), órgão que regula o setor. A solução para sua crise dificilmente virá somente de um acordo entre acionistas e credores e uma ajuda do governo ou até mesmo a entrada de um grupo estrangeiro estão entre as possibilidades para salvar a Oi do colapso.

 

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