
["Lei da Lica, engenheiro do municu00edpio Carlos Avelino da Silva, Abelardo Lupion e Jou00e3o Naime Neto participaram da reuniu00e3o"]
Nesta terça-feira (14), o prefeito de Jaboti, Vanderley de Siqueira e Silva, o Lei da Lica (PSDB), esteve na sede da Cohapar (Companhia de Habitação do Paraná), em Curitiba. Ele foi recebido pelo presidente da empresa, Abelardo Lupion, com quem conversou sobre o andamento de um projeto para a construção de 49 casas populares.Atualmente, técnicos da Cohapar trabalham na conclusão da documentação o processo licitatório, que definiu a construtora Implantec como responsável pela execução das obras. Os documentos serão encaminhados nos próximos dias à Caixa Econômica Federal para análise e liberação dos investimentos, estimados em R$ 3,3 milhões em recursos financiados pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
Além da construção de novos imóveis, a gestão municipal de Jaboti iniciou o processo de adesão ao programa Morar Legal Paraná. A iniciativa faz parte da gama de novos serviços ofertados pela Cohapar e consiste na contratação de empresas especializadas para titulação de imóveis sem documentação em todo o Estado.A expectativa, de acordo com o prefeito, é regularizar a situação de aproximadamente 110 famílias com a entrega dos títulos definitivos de propriedade. “Contamos com o apoio do governo estadual, através da Cohapar, para resolver a situação de centenas de famílias que não possuem a documentação de suas casas. A nossa expectativa é de que a licitação que definirá a empresa responsável por executar o serviço seja lançada logo”, afirma o prefeito.
CONDIÇÕES FACILITADAS
Segundo Lupion, os recursos aplicados no programa, provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza, ajudam a reduzir os custos para as famílias que optarem pelo programa. “Além disso, o regime de contratação acontece por meio de licitação com critério de menor preço, o que facilita ainda mais a regularização dos imóveis”, afirma o presidente da companhia.Entre outras condições de adesão, os beneficiários não podem ser proprietários de outros imóveis e devem comprovar que residem no mesmo local há pelo menos cinco anos.O superintendente de Relações Institucionais da Cohapar, João Naime Neto, e o engenheiro do município Carlos Avelino da Silva acompanharam a reunião.



