
Um fim de semana como qualquer outro. As famílias se reúnem, viajam ou combinam de ir comer fora, em algum local de gosto comum. Tudo parece perfeito, até que algo atrapalha os planos. Um obstáculo não só impede que a vida siga, mas em um segundo de distração, fere a todos pra sempre.
Um fato inesperado interrompe os sonhos de uma família inteira, enquanto muitas outras tomam sua dose de Coca-Cola lendo o bordão imperativo escrito “Viva o Agora”, mas pensando no que irá fazer amanhã no trabalho ou como irá realizar aquela compra dos sonhos.
A maneira referida parece futilizar o segundo cenário, mas não é esse o objetivo do texto, pelo contrário, o intuito é mostrar o quanto as pessoas perdem de apreciar os momentos que tem com os entes queridos para pensar no amanhã, no futuro que pode não chegar. Toda vez que alguém é tirado do seio familiar, vítima de um acidente, essa deveria ser a reflexão das pessoas. Tudo é passageiro e passa muito rápido, tão rápido que pode não haver tempo para um último beijo, aquele abraço que deu lugar ao atraso ou aquele dia especial roubado pelo trabalho.


