Reforma trabalhista, isenções a petroleiras, Refis para políticos, fundão público para campanha eleitoral, perdão a dívidas de igrejas, Aécio Neves, criação do “distritão”, fim das coligações nas eleições, vaquejada, Uber, terceirização, abuso de autoridade, prorrogação de contratos públicos e denúncias contra Michel Temer (PMDB). Relembre a posição de cada parlamentar da bancada do Paraná sobre 15 temas debatidos ao longo de 2017 na Câmara dos Deputados e no Senado.
FEVEREIRO e MARÇO
Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB) votam contra vaquejada; Álvaro Dias (Podemos) vai de “abstenção”. Em março, mais da metade da bancada do Paraná vota a favor da terceirização.
ABRIL e MAIO
Em abril, dos 30 paranaenses, 20 votam a favor da reforma trabalhista; Christiane Yared (PR) é a única a contrariar a própria legenda. Requião e Gleisi votam a favor de texto do abuso de autoridade; Álvaro Dias registra voto contrário. Texto que restringe Uber chega ao Senado; votação na Câmara dos Deputados dividiu bancada do Paraná. Já em maio, PEC que autoriza vaquejada avança na Câmara dos Deputados; Álvaro, Gleisi e Requião rejeitam MP que permite prorrogação de contratos. Rubens Bueno é o único paranaense a votar contra vaquejada; oito estavam ausentes.
JULHO, AGOSTO e SETEMBRO
Uma unanimidade rara aconteceu em julho: Álvaro, Gleisi e Requião votam contra reforma trabalhista. Em agosto, sobre a denúncia contra Temer: 16 parlamentares do Estado votam a favor do peemedebista. Já em setembro, paranaenses ajudaram a “empurrar” fim de coligações para 2020. Na bancada do Paraná, placar do “distritão” registra empate.
OUTUBRO e NOVEMBRO
No mês de outubro, maioria da bancada do Paraná confirma voto pró-Temer. Álvaro e Requião votam contra Aécio; Gleisi não participa de sessão. Derrubado pelo Senado, “perdão a igrejas” foi defendido por deputados do Paraná. Maioria da bancada do Paraná vota contra criação de “fundão público”. 12 deputados do Paraná abriram o Refis para os políticos; veja lista. Gleisi e Requião votam a favor de “regulamentação light” para aplicativos de transporte. Para encerrar, em novembro, MP que dá isenções a petroleiras esquenta plenário e divide bancada do Paraná.


