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Aliados veem Lula inviabilizado para eleição

Aliados veem Lula inviabilizado para eleição

A derrota de Luiz Inácio Lula da Silva por unanimidade estreita o campo de atuação da defesa do petista, enfraquece a viabilidade de sua candidatura presidencial e pode isolar o PT na eleição.

Os principais aliados de Lula reconheceram, horas depois do julgamento, que o rigor da sentença proferida nesta quarta-feira (24) encurta o cronograma projetado originalmente pelo PT até decisão final sobre o registro de seu nome da disputa pelo Palácio do Planalto.

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Os petistas esperavam que Lula chegasse ao período de registro de candidaturas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em condições mais favoráveis -com recursos pendentes em segunda instância ou abatido por uma sentença menos rígida.

Agora, petistas ouvidos pela reportagem admitem que a discussão sobre o caso do tríplex em Guarujá (SP) deve se encerrar no TRF-4 muito mais cedo do que esperavam as lideranças do partido -uma vez que, derrotado por placar unânime, Lula só poderá apresentar um tipo de recurso ao tribunal.

Aliados do ex-presidente estimam que os embargos de declaração, usados para esclarecer pontos da sentença, devem ser julgados em pouco mais de dois meses. Como esse recurso não reverte a condenação, eles acreditam que o caso deve estar encerrado em abril, quando o tribunal pode decretar a prisão de Lula.

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Além disso, o julgamento sepultou uma esperança de que Lula tivesse direito a apresentar, ainda no TRF-4, embargos infringentes -permitidos quando há divergência a favor do réu na votação. Nesse caso, o PT previa que o processo se arrastaria na segunda instância pelo menos até as vésperas do registro da candidatura, em julho e agosto deste ano.

Petistas enxergam hoje, portanto, um ambiente ainda mais desfavorável para o ex-presidente no Judiciário e avaliam que há menos chances de ministros de tribunais superiores reverem as condenações, consideradas rígidas.

Diante desse cenário, a estratégia dos petistas será radicalizar o discurso contra o Judiciário e os adversários políticos de Lula por considerarem que os espaços de mediação na Justiça estão limitados.

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