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Sogro de prefeito é preso em Ibaiti sob suspeita de envolvimento com o tráfico

Sogro de prefeito é preso em Ibaiti sob suspeita de envolvimento com o tráfico

Há oito meses atrás, o pecuarista Flávio Farjala Fadel, sogro do prefeito de Ibaiti, Antonelly de Cassio Carvalho (PMDB), era detido no litoral paranaense, na cidade de Matinhos, em uma casa utilizada como ponto de venda de drogas.

Na companhia de Claudinei dos Santos, de Conselheiro Mairink, conhecido como ‘Trem’, condenado e procurado por tráfico de drogas no Norte Pioneiro; do sitiante e também ibaitiense Edimo Antônio Lopes e Eli Renan Mello Souza, Flávio  e Edimo foram apenas ouvidos como testemunha e em seguida liberados.

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Na apreensão, a polícia encontrou 536 gramas de maconha, duas balanças de precisão, cerca de R$ 2,9 mil em dinheiro, folhas de cheque e documentos falsificados. "Trem" acabou fugindo do cerco policial, após correr para uma mata dentro do bairro Tabuleiro.

No entanto, na manhã desta segunda-feira (29) e ainda sob investigação, o episódio fático se repetiu na vida do pecuarista, quando, desta vez em sua cidade natal, Ibaiti, ele foi novamente detido na delegacia de Polícia Civil do município e, com a prisão preventiva decretada pela Justiça, já foi transferido para Cornélio Procópio, devido à superlotação em Ibaiti.

A prisão se deu em virtude do envolvimento de Flávio com o caso em Matinhos, através da qual será investigada a relação do referido com as três pessoas que estavam com ele na situação de Matinhos. As investigaçõles estão sendo conduzidas pelo Ministério Público de Ibaiti e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) que também realizou a prisão do delegado atuante em Matinhos, Max Dias Lemos, sob suspeita de ter favorecido a liberação dos envolvidos com o tráfico em maio de 2017.

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A ação ocorreu por meio de dois mandados assinados pela juíza substituta Marcela Mansano, com data 23/01 (busca e apreensão) e por ordem da juíza Fabiana Christina Ferrari (prisão).

O veículo que era conduzido por Flávio em Matinhos, uma caminhonete S10, foi novamente apreendida juntamente com o telefone celular do suspeito.

Veículo de Flávio, apreendido em Matrinhos, foi liberadoe novamente apreendido nesta segunda-feira 

 

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          MAIO DE 2017         

Tudo aconteceu na rua Realeza, n° 169, no  bairro Tabuleiro, em Matinhos, em uma quarta-feira (17). A operação da Polícia Militar chegou ao endereço às 10h30m. Flávio e Edimo estavam com Eli Renan Mello Souza e Claudinei Santos na casa.Os PMs haviam realizado vigilância e viram quando chegou na frente da residência um Gol de cor branca de onde Eli desembarcou, entrou e saiu do casa, foi até a esquina, pegou um objeto de tamanho pequeno e retornou. Claudinei apareceu e entrou no carro.Na sequência, a PM abordou os dois, mas Claudinei fugiu correndo a pé e entrando numa mata próxima. Ele foi preso em 2015, quando a polícia encontrou no quintal de sua residência, R$ 70 mil enterrados.

So retornar para a residência, a equipe observou duas pessoas saindo em uma caminhonete S10 de cor marrom (placas BEB-2702 - Ibaiti). Os ocupantes aparentavam estar nervosos e com pressa. Ao saírem do portão para acessar a rua receberam voz de abordagem e foi observado um terceiro indivíduo no quintal da casa aos fundos que ao ver a cena, correu.

Ao lado da geladeira, no balcão havia uma balança de precisão grande e uma embalagem plástica contendo maconha. Em outro cômodo, havia mais uma balança de precisão pequena e outro pedaço do mesmo entorpecente e noutro pacote uma quantia maior da droga, além de documentos falsificados.

Na direção da caminhonete estava Edimo e Flávio ao lado.O sitiante disse à PM ser conhecido de Claudinei e convidou Flávio para que os dois fizessem uma visita ao suposto amigo.

O pecuarista declarou ligações com Edimo, mas afirmou que não conhecia Claudinei. Alegou estar junto com o colega porque ele pretensamente devia uma certa quantia em dinheiro e que possivelmente receberia no local, o que segundo Flávio não ocorreu.

Eli, após ser indagado sobre onde teria levado Claudinei, inicialmente negou dizendo que não havia levado ninguém. No entanto, após a localização de uma conta de água do endereço com o nome de José Carlos dos Santos, mudou sua versão falando que estaria negociando a referida casa com Claudinei, mas o conhecia com o nome escrito na conta da Sanepar.

 

Resultado da apreensão em Matinhos, em maio do ano passado

 

 

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