O ex-senador e pré-candidato ao governo, Osmar Dias (PDT), ironizou sua suposta fama de “indeciso”. “Eu vejo dizerem que o Beto (Richa) não decidiu ainda se vai sair ou não do governo. Eu falo: ‘puxa, mas o Beto é indeciso’, hem. Aí falam: ‘o Requião não decidiu se é candidato a governador ou senador’. O Requião é indeciso, hem? Porque que só o Osmar tem que decidir com dez anos de antecedência”, disse em entrevista, lembrando que lançou sua pré-candidatura há um ano.
Osmar também reafirmou a intenção de permanecer no PDT. E disse que não há impedimento para que ele apoie a pré-candidatura do irmão, Alvaro Dias (Podemos) à presidência da República, apesar do PDT ter o ex-ministro Ciro Gomes como pré-candidato.
“Nossa marca é a gestão eficiente”, afirma Cida
Em entrevista aos jornalistas Rogério Galindo e Euclides Garcia da Gazeta do Povo, a vice-governadora e pré-candidata ao Governo do Estado, Cida Borghetti (PP), defendeu uma gestão eficiente com a execução de políticas regionais, a ampliação da aliança vitoriosa das eleições de 2010 e 2014 e a revisão do modelo de pedágio. Descartou o aumento de impostos e a privatização a Copel e da Sanepar.
“Vamos promover políticas públicas regionais e estimular o potencial de cada região paranaense. A marca do nosso grupo é a gestão eficiente”, disse Cida Borghetti ao se referir às gestões progressistas em cidades como Maringá, considerada uma das melhores cidades do país para se viver.
Para 2018, TRE-PR aposta em comunicação pelas redes
Sob coordenação do jornalista Marcio Jardim a partir desta semana, o departamento de comunicação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em Curitiba promete reforçar a produção de conteúdo nas redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram.
De acordo com Jardim, nas redes sociais, serão pelo menos duas publicações por dia com informações sobre serviços e atualizações relacionadas às eleições de 2018. “Vamos atualizar as páginas sem deixar que fiquem paradas nenhum dia”, garante.
Em dezembro, juízes recebem R$ 1,4 bilhão em salários
Em meio a festa dos auxílios-moradia dos juízes brasileiros, outro dado estarrecedor. Em dezembro, saíram dos cofres públicos R$ 1,4 bilhão para o pagamento de 25.841 magistrados que tiveram seus vencimentos divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça. O valor é bruto. Líquido, as autoridades embolsaram aproximadamente R$ 1 bilhão. Desses, 701 ganharam mais de R$ 100 mil sem descontos, contra 255 em novembro. Nesse bolo, teve gente ganhando limpo mais de R$ 7 milhões. É o caso da pensionista Francisca de Assis Alves, do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, no Ceará. Os vencimentos absurdos têm uma explicação: são retroativos a 1993.


