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Mentor de assassinato é condenado a mais de 21 anos de prisão

Mentor de assassinato é condenado a mais de 21 anos de prisão

Na madrugada do dia seis de fevereiro do ano de 2017, um homem identificado como Fabiano Gonçalves, foi morto no município de Santo Antônio da Platina. A vítima foi executada a tiros enquanto estava em sua casa, na Rua Santos Drumont, Vila Ribeiro. A ação violenta contou com a participação de quatro indivíduos e 26 disparos.

A ação resultou na abertura de um inquérito para investigar os motivos e pessoas que participaram do crime. O delegado Tristão Antônio Borborema chegou à conclusão das investigações apontando Rodrigo Martins, mais conhecido como “Nonô” como o mandante do crime e Carlos Alberto Padrilha da Silva, o “Kaká”, como o autor dos disparos.

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Kaká acabou sendo preso em Curitiba, no bairro Sítio Cercado, pelo crime de homicídio qualificado. Já Nonô, foi preso pela polícia de Santo Antônio da Platina.

De acordo com o inquérito policial, Fabiano teria traído Nonô ao se aliar a Michael Patrick Sanches, vulgo “Cenoura”, para tentar assumir o controle do tráfico de drogas no município de Santo Antônio da Platina, o que teria desagradado Martins que resolveu dar um jeito na situação. Assim, Nonô deu a ordem para que Kaká executasse o rival.

Durante a tarde desta terça-feira, o Juiz Júlio César Michelucci Tanga presidiu o Tribunal do Juri que, após alegações apresentadas pela acusação e defesa, decidiu pela condenação de Rodrigo Martins a 21 anos, dez meses e quinze dias pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe.

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O Ministério Público Estadual foi representao pela promotora de Justiça Nathalie Murilo Floroschk. Já a defesa de Nonô foi feita pela advogada Flávia Lomba Corsini. Entre as testemunhas ouvidas pelo júri, estiveram o delegado Tristão e também Michel Patrick Sanches.

Para Floroschk, é clara a ordem emanada por Martins para que Gonçalves fosse assassinado. “Mensagens trocadas através de celulares comprovam, por raciocínio, que Rodrigo Martins ordenou a Carlos Alberto Padilha que assassinasse Fabiano Gonçalves. Seria a forma de sentenciar a vítima pela traição, e por ela se aliar ao grupo rival que disputa o tráfico de drogas na cidade, além de vingar a morte de Aguinaldo Leite, o ‘Balaieiro’, ‘soldado’ de Nonô morto por Michael Patrick Sanches, o ‘Cenoura’, e um comparsa”, afirmou a promotora.

Já sob o ponto de vista da defesa, a advogada do réu colocou em dúvida o trabalho da Polícia Civil e defendeu que seu cliente não é responsável pela autoria ou mando do crime e sustentou a ausência de provas. “Os senhores não podem condenar um inocente sem provas, baseando-se apenas em boatos apresentados pela acusação. Na dúvida, o réu deve ser absolvido, assim poderemos ‘cutucar’ a Polícia Civil e o Ministério Público para que nos apresentem quem de fato assassinou o Fabiano”, declarou.

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Apesar do esforço da defesa em tentar desvincular Rodrigo Martins do crime, pouco antes das 18h o Juiz apresentou a sentença que condenou o réu a 21 anos, dez meses e 15 dias de prisão. A decisão ainda é passível de recurso e a defesa de Nonô afirmou que vai recorrer. Já Kaká, que também seria julgado, teve seu julgamento adiado devido a problemas de saúde de um de seus advogados.

 

TENSÃO NO JULGAMETO                                     

 

Em determinado momento, a sessão, que começou por volta das 9h, foi esvaziada e sua continuidade se deu de portas fechadas, isto porque a equipe da Polícia Militar recebeu informações de que haveria um plano para resgatar Cenoura.

O criminoso está preso na cidade de Londrina e esteve presente no tribunal para prestar depoimento sobre o caso. Há ainda a suspeita de que o suposto plano de resgate a Sanches seria, na verdade, uma tentativa de assassinato. Seu depoimento foi antecipado e o preso retornou a Londrina.

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