Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Rubens Bueno vai relatar PEC da prisão em 2ª instância, apresentada por Manente

Rubens Bueno vai relatar PEC da prisão em 2ª instância, apresentada por Manente

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade

{"Alex Manente (esquerda) u00e9 autor da PEC que seru00e1 relatada por Rubens Bueno. (Foto":" Robson Gonu00e7alves)"}

Continua após a publicidade

O deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) foi escolhido nesta terça-feira (10) para relatar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 410) que deixa claro no texto da Carta Magna a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Apresentada pelo líder do PPS, deputado Alex Manente (SP), no último dia 27 de março, a emenda ganhou prioridade na tramitação após a polêmica que tomou conta do Supremo Tribunal Federal (STF) em torno da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A PEC contou com o apoio relâmpago de 190 deputados, depois que o juiz Sérgio Moro defendeu, em entrevista no programa Roda Viva, da TV Cultura, uma alteração na Constituição para deixar clara a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

Nomeado relator, Rubens Bueno afirmou que pretende apresentar seu parecer ainda neste mês para que a matéria possa ser analisada o mais rápido possível pela CCJ e siga para uma comissão especial. “Nossa intenção é agilizar todo o processo de análise nas comissões para que tão logo cesse a intervenção federal no Rio de Janeiro possamos levar esse tema ao plenário”, adiantou Rubens Bueno.

Ele lembrou ainda que é obrigação do Legislativo se debruçar sobre a matéria e não deixar que a decisão final fique nas mãos do STF. “O entendimento de 2016 tomado pelo STF, permitindo a prisão após condenação em segunda instância, igualou o Brasil a maioria dos países do mundo dando fim a uma “jabuticaba jurídica” que incentivava a impunidade, principalmente para os crimes de colarinho branco. No entanto, como a questão está voltando a ser analisada pelo STF, é papel do Congresso deixar essa possibilidade bem clara na Constituição”, ponderou.

 

Autor da PEC, o deputado Alex Manente reforça que não há motivo para o Congresso se esquivar de sua função. “Temos que cumprir a nossa missão de legislar. Hoje ficamos reféns das trocas de ministros e de interpretações do STF. É óbvio que o caso do ex-presidente Lula impulsionou essa discussão. Mas, se aprovada a PEC, a prisão em segunda instância valerá para todos, não importando se é para o Lula ou para qualquer cidadão. Outra matéria que também merece celeridade nesse momento é a PEC que põe fim ao foro privilegiado”, defendeu o líder do PPS.

Manente explicou ainda que sua PEC altera o inciso 57 do artigo 5º da Constituição que estabelece que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Já o texto apresentado por Manente destaca que “ninguém será considerado culpado até a confirmação de sentença penal condenatória em grau de recurso”.

 

 

 

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Clara volta com Gael e público se revolta com retrocesso de 'O Outro Lado do Paraíso'
10/04/2018
Próxima Notícia
Motorista avança sinal vermelho, atropela mulher e foge sem prestar socorro
10/04/2018