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Greve dos caminhoneiros caminha para o sétimo dia e não tem previsão para acabar

Greve dos caminhoneiros caminha para o sétimo dia e não tem previsão para acabar

Público, particular ou fretado, seja qual for transporte, ou está com a luz da reserva piscando ou já não tem mais combustível para rodar.No estado do Paraná, cerca de 80% dos postos não tem mais estoque.O fato é que a paralisação dos caminhoneiros caminha para o sétimo dia sem previsão para acabar, e com uma incerta segunda -feira despontando no horizonte. Será um dia de trabalho normal, ou haverá ainda mais classes trabalhadoras aderindo à greve?

No último levantamento divulgado, o Paraná já contabilizava cerca de 251 pontos de interdição parcial em rodovias estaduais e federais.

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No entanto, apesar da greve dividir opiniões, muitas pessoas se solidarizam com os caminhoneiros e realizaram ações por todo Estado, em apoio ao movimento. No Norte Pioneiro, a cidade de Jacarezinho registrou uma carreata na manhã de sábado (26).

Em Joaquim Távora, uma missa estava marcada para a manhã deste domingo. O rito religioso em prol dos caminhoneiros deve acontecer em um dos postos às margens da pista.

Em Arapoti, nos Campos Gerais, também houve carreata de apoiadores da paralisação dos caminhoneiros.

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Carreata realizada naRua Paraná em Jacarezinho. Foto enviada por leitor

Forças Federais

Sem uso da força e com a colaboração dos próprios protestantes, em alguns pontos do país, principalmente em rodovias federais e nas grandes cidades, forças armadas e Polícia Federal assumiram o controle de caminhões que transportavam insumos clínicos e substâncias químicas utilizadas na purificação da água, além de transportadores de combustíveis para aeroportos e também para o funcionamento do transporte público.

Do Palácio do Planalto, através de liminar expedida pelo ministro Alexandre de Morais, também saiu a ordem para aplicar multa de R$ 100 mil a hora para transportadoras e R$ 10 mil em multa diária para caminhoneiros autônomos que estejam com seus veículos obstruindo a via.

 

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Uma nova discussão está marcada para a tarde deste domingo (27) e na pauta estão novas reivindicações cobradas pelos caminhoneiros como a garantia de previsibilidade (congelamento do preço) por 60 dias e o repasse imediato da queda do combustível às bombas de postos em todo país.

 

Preços Abusivos

Como impacto mais visível destes sete dias de paralisação das rodovias, pode se destacar as ruas e prateleiras vazias, sem falar no abuso.

Além do desabastecimento, o brasileiro ainda precisa lidar com empresários que se aproveitam da lei “oferta e procura” e, como se já não bastasse todo transtorno, elevam os preços de alimentos, gás de cozinha e também do tão disputado combustível veicular.

O próximo passo, que já é realidade em postos onde ainda há combustível, é a racionalização de produtos, ou seja, uma quantidade máxima por pessoa. Além da interrupção de serviços e estabelecimentos como restaurantes (por falta de gás) e também delivery's (entrega em casa).

Segunda-feira

Com o enfraquecimento diplomático do governo federal que, sem sucesso na negociação coletiva, precisou do auxílio dos governadores para propor soluções reais e barganhas a nível estadual, um clima de confusão e incerteza se instalou no país.

Com os ânimos exaltados, as redes sociais dão espaço para mais protestos sendo organizados para esta segunda-feira (28). Desta vez, a convocação é para que todos os cidadãos saiam as ruas para protestar contra os altos impostos, corrupção e impunidade dentro da política.

A adesão da população à paralisação geral ainda é uma incógnita.

 

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