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Michael Jackson “era pior que Epstein”, diz diretor de filme sobre acusações de abusos sexuais do cantor

Cineasta acusou Michael Jackson de ser "pedófilo" e disse que pessoas só querem aproveitar as músicas

O diretor de cinema Dan Reed afirmou que Michael Jackson “era pior que Jeffrey Epstein” quanto às acusações de abusos sexuais contra o cantor. Realizador de “Deixando Neverland” (2019), Reed criticou a repercussão do público sobre a cinebiografia “Michael”, lançada recentemente nos cinemas.

As falas do diretor vieram a público na última quarta-feira (22), em entrevista ao Hollywood Reporter. As principais críticas se deram sobre como o filme, dirigido por Antoine Fuqua, excluíram as acusações de abuso sexual contra Michael.

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“Como é possível contar uma história autêntica sobre Michael Jackson sem jamais mencionar o fato de que ele foi seriamente acusado de abuso infantil?”, declarou o diretor.

Reed realizou o documentário de quatro horas em parceria com a HBO. Mesmo bem-sucedido entre a crítica e premiado com um Emmy (“Melhor Documentário ou Especial de Não-Ficção”), o filme foi censurado pelo espólio do artista em outubro de 2024, quando deixou de ficar disponível oficialmente nos streamings.

Filme relatou acusações de abuso infantil cometidos por Michael Jackson

O documentário colheu relatos detalhados de Wade Robson e James Safechuck, hoje adultos que contaram abusos sofridos na infância nas mãos de Michael. Após a censura imposta pela família e pelo produtor do artista, em uma brecha de cláusula com a emissora, a sequência do documentário foi lançada diretamente no YouTube.

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Reed afirmou que a mídia “está bajulando” a figura de Michael de modo a agradar o grande número de fãs do cantor. O cineasta chegou a dizer que o artista “era um homem muito cruel e machucou muitas crianças”.

“Acho que muita gente vai meio que engolir qualquer receio que possa ter e simplesmente dizer: ‘Ah, bem, é um ótimo filme musical’ e ignorar completamente o fato de que esse cara era pior que Jeffrey Epstein”, declarou.

Enfático, Reed chamou Michael nominalmente de “pedófilo“, reconhecendo-o como um grande artista sem deixar de lado a faceta pessoal do cantor.

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“Michael” quebra recordes e é sucesso de público

Mesmo com as acusações e a negativa da crítica diante do filme, a cinebiografia já arrecadou mais de um bilhão de reais (US$ 217 milhões) ao redor do mundo. O resultado o colocou como o filme biográfico com a melhor abertura doméstica da história, superando “Oppenheimer” (2023).

O prestígio junto ao público destoa da apreciação crítica: o filme acumula 38% de recomendação da crítica no agregador de notas Rotten Tomatoes, enquanto o público pontua 97%.

“O espólio de Michael Jackson ainda inspira medo em qualquer um que ouse se opor a ele e certamente é um adversário formidável para quem quiser enfrentá-lo. Mas sim, acho que muita gente só quer esquecer as crianças e curtir a música”, finalizou Reed.

Fonte original Portal Banda B.

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