Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Ginecologista de 81 anos é investigado por abuso durante consulta no Paraná

Paciente de 24 anos denunciou que médico realizou toques íntimos sem respaldo técnico durante consulta; Polícia Civil concluiu o inquérito e pediu o afastamento do profissional

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

Um médico ginecologista de 81 anos foi indicado pelo crime de violação sexual mediante fraude em Irati, no Sudeste do Paraná. O caso aconteceu no dia 4 de fevereiro, e o inquérito foi concluído apenas nesta semana, devida a sensibilidade do caso.

Continua após a publicidade

De acordo com as investigações, o crime aconteceu contra uma paciente de 24 anos. Segundo a Polícia Civil, o profissional, sob o pretexto de realizar procedimentos clínicos, praticou atos libidinosos contra a mulher. A vítima relatou que, durante o exame, o médico realizou massagens em suas partes íntimas, sob uma justificativa de “orientação sexual”, conduta que não possui qualquer respaldo técnico-científico ou protocolo médico reconhecido.

A vítima procurou a delegacia apenas no dia 11 de fevereiro para registrar o fato. Segundo ela, o atraso para registrar foi devido ao extremo abalo emocional. Depois de confirmar com outros profissionais de saúde que os procedimentos realizados pelo ginecologista não eram normais, e diante da persistência de sintomas como insônia e desespero, ela decidiu formalizar a denúncia.

"A investigação também apurou que, durante o atendimento, o médico atendeu a uma chamada telefônica de cunho pessoal por cerca de cinco minutos, mantendo a paciente despida e em posição vulnerável na mesa de exames. Além disso, a análise do prontuário eletrônico da instituição revelou que, diferentemente de atendimentos anteriores realizados por outros profissionais, não houve qualquer registro clínico, anamnese ou solicitação de exames por parte do investigado na data do fato", destaca o delegado da PCPR Luis Henrique Dobrychtop.

Continua após a publicidade

Além da vítima, a polícia ouviu testemunhas, profissionais de saúde e realizou a escuta especializada do filho da vítima, de 5 anos, que presenciou parte do atendimento. Diante da gravidade dos fatos e do risco de reiteração criminosa, uma vez que a especialidade exige contato físico íntimo e privacidade, a autoridade policial indiciou o investigado pelo crime de violação sexual mediante fraude, conforme o artigo 215 do Código Penal, e representou pela medida cautelar de afastamento das funções públicas e suspenção do exercício profissional do médico.

DENÚNCIAS

A PCPR reforça a importância de que vítimas de crimes contra a dignidade sexual procurem a delegacia para registro e orientação. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197 (PCPR) ou 181 (Disque-Denúncia).

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Discussão de casal termina em agressão e homem é preso em Jacarezinho
14/04/2026
Próxima Notícia
Colisão traseira deixa carreta destruída na PR092
14/04/2026