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A corrida ao Planalto começou: veja quem são os pré-candidatos confirmados até agora

Faltam apenas seis meses para o Brasil voltar às urnas, e na disputa pelo Palácio do Planalto, oito nomes já foram confirmados oficialmente; conheça quem está no jogo

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

Faltando meses para o Brasil voltar às urnas, a disputa pelo Palácio do Planalto já movimenta os bastidores da política e desperta a curiosidade do eleitorado. Enquanto partidos articulam estratégias e alianças, alguns nomes já despontam como pré-candidatos à Presidência da República, transformando 2026 em um jogo político que promete muitas reviravoltas.

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O Brasil só volta oficialmente às urnas em 4 de outubro, mas a corrida pelo Palácio do Planalto já começou nos bastidores. Entre articulações, alianças e testes de força, uma pergunta domina o noticiário político e a curiosidade do eleitor: quem são os pré-candidatos à Presidência até agora? Em tempos de desinformação e nomes lançados sem qualquer confirmação, o desafio é separar o que é movimento real do que é apenas boato.

Quem está no jogo? Conheça os pré-candidatos confirmados até agora

Até agora, o tabuleiro da sucessão presidencial já reúne oito nomes oficialmente colocados na disputa pelo Palácio do Planalto. Entre os pré-candidatos, aparecem figuras já conhecidas do eleitorado, como o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que entra no jogo em busca de mais um mandato, além de Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado, nomes que já movimentam fortemente os bastidores nacionais.

A lista ainda inclui Romeu Zema, Renan Santos e Aldo Rebelo, que já haviam confirmado presença na corrida eleitoral. Mas é justamente nos últimos dias que o cenário ganhou novos ingredientes e aumentou ainda mais a curiosidade sobre a disputa.

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As novidades vieram no fim de semana e chamaram atenção do meio político: o ex-deputado Cabo Daciolo voltou a se colocar na corrida presidencial, enquanto a entrada do escritor e psiquiatra Augusto Cury marca uma das estreias mais inesperadas desta pré-campanha. Com os novos movimentos, a disputa pelo Planalto ganha personagens improváveis e reforça a sensação de que o jogo de 2026 ainda reserva muitas surpresas.

Quem é quem na corrida pelo Planalto

Lula (PT)

Lula entra na corrida de 2026 tentando escrever mais um capítulo inédito na história política do país. Atual presidente da República, o petista vai em busca do quarto mandato no Palácio do Planalto, algo jamais alcançado por outro nome desde a redemocratização. Se confirmar a candidatura, esta será a sétima vez que disputa uma eleição presidencial, consolidando sua presença como um dos personagens mais longevos e influentes da política brasileira.

Curiosamente, após derrotar Jair Bolsonaro em 2022, Lula chegou a afirmar que não pretendia buscar um novo mandato. Com o tempo, porém, o discurso mudou. Primeiro, condicionou a decisão ao estado de saúde. Depois, em outubro de 2025, assumiu de vez o movimento pela reeleição, afirmando que quer seguir no jogo para defender programas sociais e a continuidade do projeto de governo.

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Aos 81 anos, completados em outubro, Lula também pode marcar outro feito histórico: será o candidato mais velho a disputar a Presidência da República no Brasil. No cenário eleitoral, segue como um dos nomes mais fortes, liderando os levantamentos de primeiro turno e aparecendo em empate técnico com Flávio Bolsonaro nas simulações mais recentes de segundo turno.

Flávio Bolsonaro (PL)

Flávio Bolsonaro surge, até aqui, como o principal nome da oposição na corrida pelo Planalto. O senador teve a pré-candidatura anunciada em dezembro, após receber a indicação direta do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, movimento que reorganizou a direita e frustrou outros nomes que esperavam herdar esse espaço, especialmente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

Desde então, o nome de Flávio se consolidou como o mais competitivo do campo conservador. Os levantamentos mais recentes o colocam na segunda posição em praticamente todos os cenários de primeiro turno, além de aparecer em empate técnico com Lula nas simulações de segundo turno, reforçando a força da polarização que deve marcar a eleição de 2026.

Na pré-campanha, o senador tem apostado na defesa do legado bolsonarista e na bandeira da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos demais condenados pelos atos golpistas após a eleição de 2022, tema que se tornou um dos pilares de seu discurso junto à base mais fiel da direita. Com isso, Flávio tenta transformar o sobrenome Bolsonaro em ativo eleitoral e se firmar como o herdeiro direto do principal espólio político conservador do país.

Ronaldo Caiado (PSD)

Ronaldo Caiado entra na corrida presidencial tentando ocupar o espaço de terceira via à polarização entre Lula e o bolsonarismo. No início do ano, o governador de Goiás trocou o União Brasil pelo PSD para manter vivo o projeto ao Planalto e, após a saída de Ratinho Junior do radar nacional, acabou escolhido por Gilberto Kassab como o nome do partido para 2026.

Aos 76 anos, Caiado carrega longa trajetória política: governa Goiás desde 2019, já foi senador, deputado federal e disputou a Presidência em 1989. Nas pesquisas mais recentes, aparece com cerca de 4% das intenções de voto. Ao lançar a pré-candidatura, vendeu a imagem de alternativa ao duelo entre Lula e Bolsonaro, embora também tenha defendido a anistia ao ex-presidente e aos condenados pelos atos golpistas após 2022.

Romeu Zema (NOVO)

Romeu Zema, governador de Minas Gerais, renunciou ao mandato neste mês, e anunciou sua pré-candidatura pelo partido NOVO. Ainda em 2025, ele já havia anunciado o desejo em participar da disputa.

Empresário, Zema era novato na política quando chegou ao governo do estado mineiro, em 2018. Em sua primeira eleição, ele conseguiu vencer, derrotando Antonio Anastasia (PSDB) no segundo turno, com mais de 70% dos votos. No ano de 2022, foi reeleito no primeiro turno.

Agora, com 61 anos de idade, Zema tenta dar um passo maior, mirando o Palácio do Planalto. Na pesquisa Quaest de março, ele possuía entre 2% e 3%.

Renan Santos (MBL)

Fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos é pré-candidato à Presidência pelo Missão, partido que ele dirige e que reúne integrantes do grupo militante surgido após os protestos de junho de 2013. O Missão é o partido mais recente nos registros do TSE, criado em novembro do ano passado. Renan Santos tem 42 anos e disputará sua primeira eleição. A pesquisa Quaest mais recente aponta que ele tem entre 1% e 2% das intenções de voto.

Aldo Rebelo (DEMOCRACIA CRISTÃ)

O ex-deputado é um veterano da política que se tornou crítico da esquerda nos últimos anos. Militou contra a ditadura, integrou o PCdoB por 40 anos, foi deputado por seis mandatos, presidente da Câmara e ministro de Lula e Dilma Rousseff. Após se afastar dos comunistas, passou pelo MDB e foi secretário de Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo e apoiador de Bolsonaro. Agora, é pré-candidato pelo Democracia Cristã, ex-partido de José Maria Eymael. Na Quaest de março, tem entre 1% e 2%.

Cabo Daciolo (MOBILIZA)

O ex-deputado Cabo Daciolo anunciou a pré-candidatura pelo partido Mobiliza, que se chamava PMN. Antes, havia dito que tentaria uma vaga no Senado. Ele disputou a eleição de 2018 pelo Patriota e ficou em 6º lugar, com cerca de 1,3 mihão de votos. Naquele ano, o candidato se notabilizou pelo bordão "Glória a Deus" e pelas falas de teor religioso nos debates. Daciolo ganhou notoriedade em 2011, quando liderou uma greve de bombeiros no Rio de Janeiro.

Augusto Cury (AVANTE)

O psiquiatra Augusto Cury, de 67 anos, é um escritor de best-sellers nas áreas de saúde mental e autoajuda. Segundo informações publicadas em seu site, vendeu mais de 42 milhões de livros em mais de 70 países. "Meu objetivo é contribuir para a construção do Brasil dos nossos sonhos", disse ele ao anunciar a pré-candidatura pelo Avante. O partido afirmou que, ao escolher Cury, "se posiciona como protagonista na construção de um novo caminho para o país".

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