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Mãe é indiciada por estupro de vulnerável após permitir relação entre filha de 13 anos e homem de 50 em cidade da região

Gravidez da adolescente foi confirmada e caso ganha novos desdobramentos após conclusão do inquérito da PCPR; caso aconteceu em Assaí

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

ASSAÍ – O caso que já havia causado indignação no Norte Pioneiro ganhou novos e ainda mais graves desdobramentos. A Polícia Civil do Paraná concluiu o inquérito sobre o estupro de vulnerável envolvendo uma adolescente de 13 anos e indiciou não apenas o homem de 50 anos suspeito do crime, mas também a própria mãe da vítima.

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As investigações tiveram início no dia 18 de março, quando a adolescente procurou atendimento médico com suspeita de gravidez. A situação levou o Conselho Tutelar e a família até a delegacia, dando início às diligências policiais.

De acordo com o delegado Felipe Akio, a equipe agiu rapidamente e conseguiu localizar o suspeito ainda em situação de flagrante. Ele foi preso e permanece detido preventivamente.

Durante a apuração, a Polícia Civil constatou que a adolescente mantinha uma relação com o homem há algum tempo. Os dois, inclusive, viviam sob o mesmo teto — uma situação que, segundo a investigação, acontecia com pleno conhecimento da mãe.

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A participação da genitora no caso foi considerada grave pelas autoridades. Conforme apontado no inquérito, ela não apenas sabia da relação, como consentiu com a convivência entre a filha e o adulto, deixando de cumprir seu dever legal de proteção.

Diante disso, a Polícia Civil decidiu indiciar também a mãe pelo crime de estupro de vulnerável, em razão da omissão e da anuência com a situação.

Outro ponto que agrava ainda mais o caso é a confirmação da gravidez da adolescente. O laudo da Polícia Científica comprovou que a menina está grávida, evidenciando as consequências diretas da violência sofrida.

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A legislação brasileira é clara ao estabelecer que menores de 14 anos são considerados vulneráveis, o que torna qualquer relação sexual com adultos um crime, independentemente de consentimento da vítima ou de seus responsáveis.

“É fundamental que a população entenda que não existe ‘consentimento’ válido nesses casos. A lei protege a criança e o adolescente de qualquer forma de exploração”, reforçou o delegado.

Com a conclusão do inquérito, o procedimento foi encaminhado ao Ministério Público, que agora será responsável por analisar o caso e adotar as medidas judiciais cabíveis.

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