Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Polícia investiga lavagem de dinheiro envolvendo as Lojas Havan em cidade dos Campos Gerais

Ação tem como objetivo reunir provas que ajudem a esclarecer o funcionamento do grupo investigado e identificar outros possíveis envolvidos. Suspeitos foram presos em Ponta Grossa

DA REDAÇÃO/DCMAIS - FOLHA EXTRA

PONTA GROSSA - Uma operação policial interestadual colocou Ponta Grossa, nos Campos Gerais, no centro de uma investigação que apura um esquema de fraude e lavagem de dinheiro envolvendo o uso indevido de dados empresariais da rede Havan. Nesta quinta-feira (26), a Delegacia de Defraudações da Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a “Operação Dublê”, com apoio das Polícias Civis do Paraná, de São Paulo e de Minas Gerais.

Continua após a publicidade
Anúncio

Ao todo, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão em cinco cidades brasileiras: Ponta Grossa, São Paulo, Valinhos e Caraguatatuba (SP), além de Viçosa (MG). A ação tem como objetivo reunir provas que ajudem a esclarecer o funcionamento do grupo investigado e identificar outros possíveis envolvidos.

Segundo a Polícia Civil, as investigações tiveram início após a descoberta de abertura fraudulenta de uma conta bancária em nome da empresa catarinense HAVAN S.A., em uma plataforma de pagamentos. A conta teria sido criada com o uso indevido de dados empresariais, sem autorização dos representantes legais da companhia.

Movimentação suspeita

De acordo com os investigadores, no dia 14 de agosto de 2025, a conta fraudulenta recebeu cerca de R$ 576 mil em apenas 24 horas. A suspeita é de que o valor seja proveniente de golpes aplicados contra vítimas em diferentes estados do país.

Após o recebimento, o dinheiro teria sido rapidamente transferido para contas vinculadas ao grupo criminoso. Em seguida, os valores foram pulverizados por meio de diversas transações, estratégia usada para dificultar o rastreamento da origem ilícita dos recursos.

A análise financeira apontou o uso de mecanismos típicos de lavagem de dinheiro, como a fragmentação de quantias, utilização de “laranjas”, empresas de fachada e transferências sucessivas de valores idênticos — técnica conhecida como “mirroring”, utilizada para simular movimentações legítimas.

Suspeitos identificados

Até o momento, sete pessoas foram identificadas como suspeitas de participação direta na movimentação e ocultação dos recursos. Conforme a Polícia Civil, o grupo atuava de forma estruturada com o objetivo de obter vantagem ilícita e posteriormente integrar os valores ao sistema financeiro formal.

Durante o cumprimento das medidas cautelares, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos, documentos e outros materiais, que serão analisados para aprofundar as investigações.

A polícia informou que o inquérito segue em andamento e pode resultar na responsabilização criminal dos envolvidos por estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, entre outros crimes que ainda podem ser identificados no decorrer da apuração.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Reforma obstétrica e humanização do parto serão temas de audiência pública na Alep
26/03/2026
Próxima Notícia
Caminhoneiros se reúnem com o governo federal e greve é oficialmente descartada
26/03/2026