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Freira assassinada dentro de convento: polícia conclui que religiosa também foi estuprada

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu o inquérito e confirmou que, além do homicídio brutal, houve violência sexual contra a idosa.

A investigação sobre o assassinato da freira Nadia Gavanski, de 82 anos, ganhou novos desdobramentos nesta sexta-feira (27). A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu o inquérito e confirmou que, além do homicídio brutal, houve violência sexual contra a religiosa. O homem preso pelo crime foi indiciado por quatro delitos e, caso seja condenado por todos, poderá enfrentar mais de 50 anos de reclusão em regime fechado.

O crime ocorreu no último sábado (21), no município de Ivaí, nos Campos Gerais do Paraná. De acordo com as investigações, o suspeito invadiu o convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada, possivelmente com intenção inicial de furto. No entanto, ao se deparar com a freira, passou a agredi-la com extrema violência utilizando um pedaço de madeira.

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Exames realizados no corpo da vítima confirmaram que houve estupro, além das agressões físicas que levaram à morte. Segundo o delegado responsável pelo caso, a autoria foi comprovada por meio de imagens de câmeras de segurança e vestígios de sangue encontrados na roupa do investigado.

O suspeito foi indiciado por homicídio qualificado, caracterizado por meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, com agravantes pelo fato de a freira ser idosa e possuir deficiência física, estupro qualificado, resistência à prisão, após investir contra policiais no momento da captura, e invasão de domicílio mediante escalada.

A Polícia Civil classificou o crime como de extrema violência física e sexual. Em depoimento, o investigado alegou que estava sob efeito de drogas e afirmou não se lembrar com detalhes do que ocorreu. A versão, no entanto, não altera o enquadramento jurídico dos fatos apontados no inquérito.

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O caso gerou forte comoção no Estado e provocou manifestações de autoridades. O governador Carlos Massa Ratinho Junior voltou a criticar a legislação penal brasileira após o episódio, defendendo maior rigor nas punições e mais autonomia aos estados na área de segurança pública.

Atualmente, o acusado permanece em prisão preventiva e aguarda os próximos desdobramentos judiciais. Com a conclusão do inquérito, o caso segue agora para o Ministério Público, que decidirá sobre o oferecimento da denúncia formal à Justiça.

O assassinato da religiosa, ocorrido dentro de um convento, acendeu alerta sobre segurança em instituições religiosas e ampliou o debate público sobre violência contra idosos no Paraná.

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