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Com perfil fake, homem se passava por produtora de TV e estuprava meninas

Com perfil fake, homem se passava por produtora de TV e estuprava meninas

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Um homem de 40 anos suspeito de usar perfis falsos nas redes sociais, se passando por uma agenciadora de modelos, para cometer abusos sexuais, foi preso na última sexta-feira (15/06) no bairro Tingui, em Curitiba. Segundo policiais do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria), uma das vítimas, de 15 anos de idade, narrou que recebeu um contato de uma mulher que prometia trabalhos como modelo e participações em programas de TV. 

A menina teria marcado o encontro com a suposta agenciadora, mas chegando até o local havia um homem e que, sob ameaça de arma de fogo rendeu a menor e a levou para o interior de sua residência, vindo a abusar sexualmente da vítima. 

Ele utilizava as redes sociais com vários perfis falsos em nome de mulheres para atrair meninas de 12 a 17 anos, com falsas promessas de trabalho de modelagem e possíveis atuações em emissoras de televisão. 

Após a comunicação do crime na unidade policial, de posse do endereço do local onde teriam ocorrido os abusos, a Autoridade Policial determinou a equipe de policiais que se dirigissem até o local dos fatos a fim de prendê-lo em flagrante delito.

Segundo a delegado-titular do Nucria, Mônica Meister Grabarski, o homem também teria cometido o mesmo crime no Rio de Janeiro há 5 anos. “No celular e no notebook do suspeito foram encontradas mais de 100 mensagens para pessoas de todo o Brasil. É possível que tenham outras vítimas em Curitiba ”, falou a delegada completando que “quando ele as encontrava, as ameaçava com arma de fogo e cometia os abusos sexuais. Ele foi preso no mesmo endereço onde cometia os crimes”.

Na delegacia, o homem, que é natural do Estado do Rio de Janeiro, disse que se passar por uma mulher nas redes sociais foi uma brincadeira e que não sabia a idade da vítima e nem a teria forçado a manter relações sexuais com ele. Ele foi autuado pelo crime de estupro. Se condenado, poderá pegar até 10 anos de reclusão.

 

Fonte: Bem Paraná

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