Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Governo federal confirma reajuste de 5,4% no piso nacional dos professores

Nova regra garante aumento acima da inflação e eleva o piso para R$ 5.130,63 em 2026

DA REDAÇÃO/GOV - FOLHA EXTRA

O Governo Federal confirmou o reajuste de 5,4% no piso salarial nacional dos professores da educação básica da rede pública. A atualização foi oficializada por meio de medida provisória assinada nesta quarta-feira (21) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e garante aumento acima da inflação, assegurando ganho real à categoria a partir de 2026.

Continua após a publicidade

Com a nova regra, o piso do magistério passa de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, considerando jornada de 40 horas semanais. O percentual representa um ganho real de 1,5% acima da inflação de 2025, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que fechou o ano em 3,9%.

A medida provisória altera a forma de cálculo do reajuste do piso, que passará a ser atualizado pela soma do INPC do ano anterior com 50% da média da variação real das receitas do Fundeb nos cinco anos anteriores. O texto também estabelece que o reajuste anual nunca poderá ser inferior à inflação, garantindo a recomposição do poder de compra dos professores.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a mudança adequa a Lei do Piso (Lei nº 11.738/2008) às alterações introduzidas pela Emenda Constitucional nº 108, que instituiu o novo Fundeb. A nova metodologia está alinhada à meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a valorização dos profissionais do magistério das redes públicas.

Continua após a publicidade

“Investir na educação é garantir melhores condições de remuneração aos nossos professores. Isso é respeito e compromisso com quem dedica a vida a ensinar”, afirmou o presidente Lula.

O ministro da Educação, Camilo Santana, ressaltou que a nova fórmula traz segurança jurídica e previsibilidade para gestores e profissionais. Segundo ele, pelo cálculo anterior, o reajuste deste ano seria de apenas 0,37%, o equivalente a cerca de R$ 18. “Com a nova regra, o aumento chega a aproximadamente R$ 200, garantindo ganho real e evitando perdas no poder de compra”, destacou.

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que o governo acompanhará a tramitação da medida provisória no Congresso Nacional para garantir uma apreciação rápida. “Sem essa iniciativa, o reajuste do piso seria praticamente simbólico. Agora, asseguramos um aumento significativo e previsível”, disse.

Continua após a publicidade

A atualização do piso será formalizada por meio de portaria do Ministério da Educação. Os salários são pagos pelas redes estaduais e municipais com recursos do Fundeb e complementações da União, cabendo a cada ente federado oficializar o novo valor por meio de norma própria.

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Menina que vivia como “esposa” de adulto e usava drogas é resgatada pela polícia nos Campos Gerais
22/01/2026
Próxima Notícia
Veja como evitar consumo excessivo de água com piscinas plásticas
22/01/2026