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Juiz é afastado em Ibaiti após denúncias de assédio moral e perseguição

OAB afirma que a atuação do juiz teria ultrapassado o limite institucional, impactando diretamente o exercício profissional do advogado que foi vítima de suas ações

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

IBAITI - O juiz Júlio Cesar Vicentini, que atuava na comarca de Ibaiti, no Norte Pioneiro, foi afastado de suas funções após um pedido formal encaminhado pela OAB Paraná ao Tribunal de Justiça do Estado. A medida ocorreu depois que a entidade relatou ao TJ-PR uma série de condutas atribuídas ao magistrado, que, segundo a Ordem, teriam configurado assédio moral e perseguição direta ao presidente da subseção local, Cleber Moura de Almeida. A OAB afirma que a atuação do juiz teria ultrapassado o limite institucional, chegando a impactar o exercício profissional do advogado e até a situação de seus clientes. A entidade também aponta que Vicentini teria feito manifestações públicas desrespeitosas à instituição. 

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Diante das acusações, o presidente da OAB-PR, Luiz Fernando Casagrande Pereira, fez críticas contundentes ao comportamento atribuído ao magistrado. Para ele, situações como essa ferem não apenas a advocacia local, mas a própria harmonia entre as instituições do sistema de Justiça. “O juiz precisa respeitar a OAB e seus dirigentes. A Ordem continuará acompanhando todos os desdobramentos do caso”, afirmou. Pereira também agradeceu ao Tribunal de Justiça pela agilidade na análise do pedido e reiterou o posicionamento tradicional da entidade: “Mexeu com um, mexeu com todos”. 

A OAB-PR destaca que agiu imediatamente após receber as denúncias, acionando o Tribunal de Justiça e prestando apoio à subseção de Ibaiti. Com a decisão de afastamento, o caso ganhou ampla repercussão na região, mobilizando advogados e representantes institucionais. A resposta culminou em um desagravo público realizado em Ibaiti, ato simbólico para reafirmar a solidariedade da advocacia ao presidente da subseção e para marcar postura de repúdio às condutas relatadas. 

O processo seguirá tramitando no âmbito do Tribunal de Justiça, responsável por apurar os fatos e determinar eventuais medidas disciplinares. Enquanto isso, a OAB-PR afirma que continuará acompanhando cada etapa, reforçando que a defesa das prerrogativas profissionais é um compromisso inegociável da instituição. 

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