Joel Malucelli solicitou nesta terça-feira (03) o licenciamento da condição de primeiro suplente do senador Álvaro Dias. O empresário alega, no documento, desconforto com as tentativas injustas iniciadas ao longo da pré-campanha eleitoral para atingi-lo e, supostamente, prejudicar Álvaro Dias. Rumores que ignoram que foi o próprio senador o autor da PEC nº 10 de 2013, que propõe a extinção do foro privilegiado, e o fato do empresário não se encontrar em condição formal de investigado e/ou denunciado em qualquer procedimento criminal. Joel também esclarece ao presidente do Senado, Eunício de Oliveira, que, atualmente, dedica-se a novos negócios que exigem constante atenção e frequentes viagens, limitando a sua disponibilidade para outras tarefas.
Malucelli encaminhou à imprensa certidões negativas, para deixar claro que “nada consta” em diversas seções judiciárias, nas áreas cíveis, fiscais e criminais.
Fundador do Grupo Positivo, o empresário aposentado e ex-professor de matemática, Oriovisto Guimarães, afirma que decidiu entrar na política aos 75 anos, como pré-candidato ao Senado, por ‘não suportar mais ver o País do jeito que está’. Afastado das empresas desde 2012, quando transferiu suas ações para os três filhos, ele admite ter “dinheiro suficiente para viver até morrer sem precisar trabalhar mais”, e por isso mesmo, considera ter liberdade e autonomia para colocar sua experiência à serviço do País, sem a preocupação com cargos ou benesses. “Fui convidado a ser candidato muitas vezes e nunca quis porque eu era empresário”, conta.Como pré-candidato, Oriovisto é um liberal que defende o Estado mínimo e um novo modelo de gestão do dinheiro público, mas reconhece a importância do poder público na educação, área da qual demonstra mais intimidade.
A convenção estadual que vai definir os rumos do Partido Verde vai acontecer no início do próximo mês, mas o partido fez uma reunião no sábado passado, e tomou uma decisão: não vai fazer coligação para disputar o próximo pleito estadual.
Aproximadamente 130 pré-candidatos entre deputados estaduais e federais compareceram a reunião convocada pela direção estadual.
O martelo foi batido e agora a conversa só rola para um nome no Senado Federal.
Já para o Palácio Iguaçu, o partido vai de Ratinho Junior (PSD).
Professor Euler e Goura protocolaram projeto na Câmara de Curitiba para proibir que o poder público municipal use copos, pratos e talheres de plástico. Fora da regra, apenas as unidades da Saúde.A medida tem intenção de diminuir o impacto ambiental dos derivados de petróleo – caso dos artefatos de plástico.E o texto dos vereadores prevê uma diminuição do consumo progressiva: se o projeto virar lei, 180 dias após sua publicação no Diário Oficial do Município, o percentual máximo desses materiais seria de 70%. Dois anos depois, o limite cairia para 30%. Em mais dois anos, seria vedado ao poder público comprar e utilizar itens descartáveis derivados do petróleo.Dia 1º de agosto o texto será lido em plenário.


