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Descoberta do açúcar de banana chega no Norte Pioneiro com palestras e oficinas

Inovação sustentável feita no Litoral do Paraná chegará em Ibaiti na próxima segunda-feira (22)

DA REDAÇÃO/ASSESSORIA - FOLHA EXTRA

IBAITI - Uma inovação sustentável feita no litoral do Paraná está prestes a chegar a Ibaiti, no Norte Pioneiro. Trata-se do “Banamel”, açúcar extraído da banana, desenvolvido pelo agricultor e pesquisador autodidata Joel Redede, reconhecido pelo Ministério da Cultura como Mestre dos Saberes da Cultura Popular.

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Na próxima segunda-feira (22), às 14h00, a Cooperativa de Produção Orgânica Cooperavida, no Parque Industrial, recebe um circuito de palestras e oficinas sobre o produto. O Banamel é considerado uma alternativa saudável por não conter aditivos e uma oportunidade de renda para pequenos agricultores, especialmente diante do desafio de escoar a produção de banana no litoral do estado.

A descoberta nasceu em Serra Negra, em Guaraqueçaba, região de forte presença da agricultura familiar. Segundo a Embrapa, mais de 60% da produção nacional de banana vem desse modelo produtivo. Joel, que há décadas pesquisa a fruta e seus derivados, encontrou uma forma caseira de extrair um açúcar que batizou inicialmente de Frutamel. Ao longo dos anos, expandiu a técnica para outras frutas, verduras e tubérculos.

Agora, com apoio da produtora cultural Lara Jacoski, da tecnóloga em alimentos Adriana Menegaro e do engenheiro ambiental Giordanno Brunno, o projeto “Família Banamel” vai percorrer dez municípios do interior do Paraná, além de Curitiba e Francisco Beltrão. A iniciativa busca ensinar famílias agricultoras a aproveitar integralmente a banana e transformar o fruto em novas fontes de renda.

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Entre os produtos derivados estão o melado de banana, vinagre, farinha, geleia, creme, suco e até uma fibra com aparência de carne desfiada, alternativa para receitas vegetarianas e veganas. “É um convite de aprendizado sobre o aproveitamento total do alimento. É sobre o processo, e não apenas sobre como se faz”, explica Joel.

A descoberta já entrou no radar acadêmico. Em 2024, Adriana Menegaro analisou o Banamel em sua dissertação de mestrado na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, comprovando potencial tecnológico, nutricional e comercial. “Transformamos o que seria descartado em uma solução alimentar funcional, gostosa, acessível e cheia de identidade”, afirma.

Além das oficinas, será lançado o livro “O Professor e a Banana”, escrito por Lara em colaboração com Joel, contando a história da descoberta e suas possibilidades. A expectativa é que o Banamel inspire políticas públicas voltadas para o aproveitamento de alimentos, inclusão produtiva rural e alimentação escolar.

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