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Novo projeto de lei quer preparar profissionais para reconhecer sinais de violência infantil

Projeto foi apresentado pela deputada estadual Márcia Huçulak (PSD), com o objetivo de reforçar o combate à violência contra crianças e adolescentes no Paraná

DA REDAÇÃO/ALEP - FOLHA EXTRA

A deputada estadual Márcia Huçulak (PSD) apresentou nesta terça-feira (05/08) projeto de lei que reforça o combate à violência contra crianças e adolescentes. A proposta prevê a criação da Semana Estadual de Capacitação em Diagnóstico e Tratamento das Violências contra Crianças e Adolescentes.

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O objetivo é qualificar, de maneira permanente, profissionais de vários setores – como educação, saúde, assistência social, justiça, conselhos tutelares e segurança – a reconhecer sinais de agressão e dar os devidos encaminhamentos de proteção.

A capacitação deve melhorar a identificação adequada de ocorrências muitas vezes justificadas – ao chegarem ao atendimento de saúde, por exemplo – como “queda da cama” ou “escorregão no banho”, mas que são, na realidade, agressões.

“É urgente capacitar os profissionais para que consigam detectar indícios precoces, notificar adequadamente e acionar, de forma integrada, o sistema de proteção”, defende Márcia. “A Semana Estadual amplia a todos os integrantes do Sistema de Garantia de Direitos a formação necessária.”

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A deputada lembra que, muitas vezes, a violência ocorre no ambiente doméstico, sendo que as vítimas voltam ao mesmo ambiente após o atendimento.

De acordo com dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), em 72% dos casos, a violência acontece na casa da vítima – e é frequentemente mascarada pelos responsáveis.

A Sesa registrou ainda que quase a metade (44%) dos casos registrados apenas no sistema de saúde do Paraná envolve crianças ou adolescentes – foram 17.960 casos (dado de 2022).

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Após a pandemia de covid-19, os registros aumentaram 51% em dois anos, mostra a justificativa do projeto.
Negligência ou abandono representam quatro em cada dez registros, enquanto agressões físicas somam 27,6%, agressão psicológica, outros 20,5%, e violência sexual, 18,5%.

“A violência intrafamiliar e doméstica contra crianças e adolescentes é, muitas vezes, invisível, mas responsável por graves consequências físicas, emocionais e sociais para as vítimas”, diz a deputada.

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