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Criança autista amarrada em banheiro de escola relembra casos ocorridos na região
Caso foi registrado na última segunda-feira (07), na cidade de Araucária, relembrando casos semelhantes que aconteceram em Arapoti e Tomazina
Davi Martins09/07/2025
Caso de Araucária lembra fatos registrados na região. Foto: Reprodução/Internet
Na última segunda-feira (07), uma criança autistade quatro anos foi encontrada amarrada dentro do banheiro de uma escola em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. O episódio gerou forte comoção nas redes sociais, provocando indignação entre pais e mães de crianças autistas, além de mobilizar associações e defensores dos direitos da pessoa com deficiência. O caso também reacendeu a lembrança de ocorrências semelhantes registradas anteriormente no Norte Pioneiroe nos Campos Gerais.
O caso ocorreu na escola particular Shanduca – Berçário e Pré-escola, localizada na cidade de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. A vítima é um menino de quatro anos, diagnosticado com autismo nível 3 e que não se comunica verbalmente. A situação veio à tona após uma denúncia encaminhada ao Conselho Tutelar. Ao chegarem ao local, acompanhados pela Guarda Municipal, os agentes encontraram a criança amarrada a uma cadeira dentro de um dos banheiros da instituição. O menino estava amarrado pelos pulsos e pela cintura.
Frente a situação, uma das professoras da escola confessou ter amarrado o menino. Segundo ela, a atitude foi tomada em um momento em que a criança estava muito agitada e, para tentar conte-la, a amarrou. Além disso, segundo apurações doG1, a professora afirmou que os outros alunos estavam ficando agitados com o comportamento deste aluno. Com a confissão, a professora foi presa em flagrante pelo crime de maus-tratos.
No entanto, o caso não para por aí. De acordo com o G1, a família do menino descobriu que esta não é a primeira vez que a criança foi submetida a esse tipo de situação. "A gente teve acesso a mais dois vídeos, ele com roupas diferentes, o que indica que são em dias diferentes", afirmou o pai do menino, Augusto Ambrósio.
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E ainda tem mais. Após o caso “explodir”, foi descoberto que uma menina de três anos de idade foi fotografada dormindo com as mãos amarradas por fitas adesivas. Além disso, o pai desta menina relatou que a filha já havia falado sobre algumas agressões por parte das professoras, como beliscões.
CASOS NA REGIÃO
TOMAZINA -Contudo, os casos registrados na cidade de Araucária, relembram, infelizmente, dois casos que foram registrados em municípios do Norte Pioneiro e nos Campos Gerais. Um dos casos aconteceu na cidade de Tomazina, no Norte Pioneiro, no final do ano de 2023. De acordo com apurações realizadas pela reportagem na época, um menino de dois anos de idade, também com Transtorno do Espectro Autista (TEA), foi esquecido no interior de um ônibus escolar.
Na época, a mãe do menino, Anamélia Soares, chegou a procurar a Câmara Municipal de Vereadores para pedir para falar sobre o assunto na tribuna. “Fiz o pedido já na sexta-feira. Acho que eles não esperavam que eu iria pedir, que eu não iria ter coragem. Encontrei o presidente da Câmara e disse que ele deferindo ou indeferindo o pedido eu iria falar, pois iria ao Fórum pedir um mandado judicial, aí ele autorizou”, disse na época.
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Com a situação, Anamélia contou à reportagem que seu filho não estava dormindo bem depois do incidente, e que não passava bem. “Ele não está dormindo direito desde que tudo aconteceu e tem acordado durante a noite chorando. Era um menino calmo e muito bonzinho, mas agora está mais bravo e chorão. Eu já estava fazendo o desfralde dele, mas agora ele não deixa mais tirar a fralda. O Miguel tem traços de que seja portador de autismo e está sendo acompanhado pela neuro, por isso que ele já frequenta a Apae”, havia contado.
ARAPOTI - Já o outro caso foi registrado na cidade de Arapoti, nos Campos Gerais, no final do ano passado. O caso começou quando a mãe de um dos alunos da Escola Rafael Ribeiro de Lara, que é mantida pela Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (APAE) recebeu o caderno de atividades de seu filho e viu uma foto em que ele estaria realizando uma tarefa amarrado na cadeira.
Isabel de Lima Xavier, a mãe, disse à reportagem que o fato havia acontecido no segundo semestre do ano passado, mas que ela só ficou sabendo em dezembro, quando recebeu a apostila. “No último dia de aula, a escola enviou os materiais dele para a casa. Quando eu fui ver, achei uma foto dele amarrado e com um olhar triste”, disse na época.
O caso chegou a envolver a Polícia Civil, tendo em vista que a mãe levou o caso para as autoridades responsáveis. No entanto, a reportagem da Folha também conversou com a diretora da escola, Gessiara, que afirmou que a cadeira em que o aluno estaria supostamente amarrado seria própria para segurar alunos que não conseguem manter o corpo, e que teria sido utilizada porque a professora precisava tirar uma foto do aluno fazendo a atividade.
“Quando chegou a vez do João, ele não parava quieto, então colocamos ele em uma cadeira própria para os alunos que não tem coordenação motora controlada”, explicou a diretora. Contudo, a reportagem da Folha não teve mais acesso aos próximos acontecimentos do caso.
Diante de todas essas situações, esses casos levantam sérias dúvidas sobre a segurança das crianças com autismo ou outras dificuldades intelectuais. Embora as leis assegurem proteção a esse grupo, muitas dessas ocorrências acontecem diariamente, e, na maioria das vezes, os pais sequer têm conhecimento do que está acontecendo.
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