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Municípios da região vão participar de pesquisa sobre perfil socioeconômico da população

Iniciativa é a maior conduzida pelo Governo Estadual, e vai chegar nas cidades de Arapoti, Sengés, Jaguariaíva, Siqueira Campos, Tomazina e outras 14 cidades

Nesta semana, mais de 130 municípios paranaenses vão receber equipes de pesquisadores do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) para a realização da Pesquisa por Amostra de Domicílios do Paraná (PAD-PR), sendo que, destes municípios, 19 fazem parte das regiões dos Campos Gerais e do Norte Pioneiro. A iniciativa é considerada a mais abrangente já conduzida por um governo estadual no Brasil e tem como objetivo traçar um retrato detalhado das condições de vida da população paranaense.

Nos Campos Gerais, Arapoti, Sengés e Jaguariaíva estão entre os municípios que recebem a pesquisa. Já no Norte Pioneiro, o levantamento acontece em Andirá, Bandeirantes, Cambará, Carlópolis, Congonhinhas, Cornélio Procópio, Figueira, Ibaiti, Jacarezinho, Joaquim Távora, Ribeirão Claro, Salto do Itararé, Santo Antônio da Platina, São José da Boa Vista, Siqueira Campos e Tomazina, totalizando assim, 19 municípios da região que vão receber os pesquisadores durante a semana.

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Até o momento, mais de 33 mil domicílios foram visitados em todo o estado, com 21.155 entrevistas realizadas. Em cerca de 7,2 mil residências os entrevistadores não conseguiram contato com os moradores mesmo após três visitas. Nesses casos, são deixadas correspondências para que os próprios moradores agendem a entrevista.

A PAD-PR começou na segunda quinzena de março e segue até junho. Ao todo, 60 mil domicílios paranaenses serão entrevistados. O questionário aborda temas como moradia, trabalho, renda, escolaridade, hábitos de vida e alimentação. O objetivo é gerar dados estatísticos que auxiliem na formulação de políticas públicas mais eficazes e adaptadas às necessidades de cada região.

Com amostragem três vezes maior do que a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE, a PAD-PR já superou o número de entrevistas normalmente aplicadas no Paraná pela pesquisa nacional.

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As entrevistas duram entre 10 e 15 minutos, e os pesquisadores estão devidamente identificados com colete, crachá com foto e informativos da pesquisa. As informações são protegidas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e utilizadas exclusivamente para fins estatísticos.

Financiada pelo Fundo Paraná, a iniciativa é vista como estratégica pelo diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado: “Esses dados ajudarão o Estado a rever políticas públicas e atrair investimentos alinhados ao perfil regional”, destacou.

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